Powerfull: Banda de Mário Pastore com pegada de metal tradicional
Resenha - Warrior Soul - Powerfull
Por Junior Frascá
Postado em 09 de janeiro de 2017
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Novo projeto do incansável e talentosíssimo vocalista Mario Pastore (vocal, HEAVIEST, PASTORE, ex-DELPHT, ACID STORM, HAMLET, entre outros), Jones Jones (guitarra) e Vagner Gilabel (bateria), o POWERFULL investe em uma sonoridade pesada, calcada no metal tradicional, com altas doses de peso e melodia.
Calcado em guitarras pesadas, com riffs classudos e solos diretos e melódicos, cozinha técnica, e as ótimas linhas vocais de Mario, que aqui canta de forma mais tradicional e menos agressiva que no HEAVIEST, por exemplo, o POWERFULL nos apresenta um repertório coeso e homogêneo, com forte influência do metal oitentista, mas também com algumas nuances mais modernas.
Por isso, embora a banda tenha características bem peculiares, influências de nomes como VIPER, JUDAS PRIEST, IRON MAIDEN, e a própria carreira solo de Pastore são vislumbradas por aqui, mas nada que soe como cópia dos citados artistas, muito pelo contrário.
A produção é suja e crua como o estilo exige, com uma escolha excelente de timbres, em especial das guitarras, que ficaram matadoras. Apenas achei o volume do vocal um pouco mais baixo, mas nada que comprometa.
E exemplos de qualidade não faltam por aqui, com destaque para as pancadas 'Fireball', com Mario mostrando a que veio logo em seus primeiros segundos, e nos trazendo um ritmo alucinante; 'Belive', 'Warrior Soul' e 'Screaming Inside'. Mas, como já mencionado, o trabalho é bem homogêneo, e todas as faixas merecem ser ouvidas atenciosamente.
O disco ainda nos traz um excelente cover para 'I Want Out', o maior clássico dos alemães do HELLOWEEN, que ficou ainda mais pesado nessa versão (o trabalho de guitarras de Jones e de bateria de Vagner é brilhante), com Mário esbanjando toda sua técnica.
Vale citar, por fim, a belíssima capa feita por Marcelo Berno, que ficou ainda mais legal no digipack em que o disco foi lançado nessa primeira prensagem, tornando ainda mais obrigatória sua aquisição.
Warrior Soul - Powerfull
(2016 – Marquee Records)
01- Intro – The Cave
02 – Fireball
03 – Blue Beam
04 – Believe
05 – Reborn
06 – Warrior Soul
07 – Nightmares
08 – Screaming Inside
09 – Tears of Sunday (Dedicated to Mother's Nick)
10 – Spain (Instrumental)
11 – Angels of Light
12 – I Want Out (Helloween Cover)
Mais informações:
Facebook:
https://www.facebook.com/Powerfullband/
Outras resenhas de Warrior Soul - Powerfull
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção de dois adolescentes que impediu "Bohemian Rhapsody" de chegar ao topo das paradas
A música que Ian Gillan considera a melhor de sua carreira, acima dos clássicos do Deep Purple
A banda de metal que Gene Simmons dizia que iria tomar o lugar do Kiss
Zakk Wylde lembra breve período como guitarrista do Guns N' Roses
A melhor música dos Rolling Stones, segundo a Paste Magazine
As 10 melhores músicas do Anthrax com John Bush nos vocais, segundo o Metal Sucks
Os três álbuns de estúdio que Alice Cooper não lembra de ter gravado
Ringo Starr teve sua carreira arruinada após os Beatles lhe darem uma música
Os cinco melhores discos do Megadeth, segundo Mateus Ribeiro
O melhor álbum dos Beatles de todos os tempos, segundo o casal John Lennon e Yoko Ono
A divergência entre Max Cavalera, Jack Black e Michael Sweet sobre o grunge
A banda influenciada pelo Iron Maiden que Bruce Dickinson elegeu como sua favorita
Por que o Led Zeppelin nunca alcançou a popularidade dos Beatles, segundo John Paul Jones
Para Marty Friedman, Nick Menza foi uma das razões para o sucesso do Megadeth
Nigel Durham, ex-baterista do Saxon, morre aos 61 anos
Kurt Cobain conta sobre a banda que fez com que ele sonhasse ser um rockstar
A influente banda que acabou causando a "separação" do Guns N' Roses
A opinião de Marko Hietala sobre os dois únicos álbuns do Nightwish que gravou com Tarja

"Gates of Twilight", a estreia certeira do Wings of Steel
"From The Dark"; "apenas" um disco solo de Tony Iommi que evoca o Black Sabbath com Dio
Nunslaughter retorna disparando blasfêmia de grosso calibre no ótimo "Satanic Chaos Legions"
Immolation mantém a extremidade intacta com "Descent"
The Hellacopters revê sua transformação em "Cream Of The Crap! Volume 3"
O ocultismo britânico ganhou novos contornos com "Woodland Rites" do Green Lung
Biohazard retorna afiado com "Divided We Fall"
Tyketto recupera o fôlego com "Closer to the Sun", seu primeiro disco em uma década



