Alarion: estreia sólida, mas não espetacular
Resenha - Waves of Destruction - Alarion
Por Victor de Andrade Lopes
Postado em 07 de novembro de 2016
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
E temos aqui mais uma metal opera holandesa, desta vez comandada por Bas Willemsen (guitarra base e rítmica, violão, teclados, orquestrações e - ufa! - baixo). Um projeto com uma formação relativamente enxuta e desconhecida: de relevantes, temos os vocalistas Damian Wilson (Threshold, Headspace, Star One) e Irene Jansen (Ayreon, Gary Hughes, Star One, irmã de Floor Jansen); e o violinista Ben Mathot (Epica, Revamp, Ayreon).
Seu cartão de visitas atende pelo nome de Waves of Destruction: como o título e a capa sugerem, um álbum com toques épicos e explosivos - mas nem tanto quando se esperaria. Começamos bem com "Chains of the Collective" e as duas partes da faixa título, com Damian Wilson mostrando novamente por que é sempre uma boa pedida para uma participação especial, seja ela serena ou agressiva.
"Estrangement" parece dar sinais de desaceleração, mas era só a preparação do terreno para as duas melhores faixas: "Turn of Fate" e "Colourblind". Pesadas, densas e marcantes. Vamos da água para o vinho em "Clash With Eternity", tocada e cantada com a emoção de quem aguarda um ônibus lotado numa manhã de segunda-feira.
Voltamos ao alto nível com a forte "A Life Less Ordinary" e as duas partes de "The Whistleblower", sendo a segunda a mais longa canção do álbum, enaltecendo os elementos power e sinfônicos do projeto, com um tempero progressivo muito bem vindo. Por fim, uma agradável versão acústica de "Turn of Fate" encerra Waves of Destruction.
A sensação que fica ao encerrar uma audição do primeiro lançamento do Alarion é a de que eles são bons, mas não espetaculares. Para se destacarem no mar de metal operas que estamos vivenciando hoje, precisarão oferecer algo mais. Talvez revelem-se o achado do ano para alguns , mas para quem já é calejado nos gêneros, não traz muitas novidades, nem muitos medalhões.
O começo satisfatório do Alarion faz dele um projeto merecedor de uma continuação, mas ela terá a obrigação de soar mais marcante que Waves of Destruction. O caminho está certo e estou confiante de que eles chegam lá.
Abaixo, o lyric video de "Chains of the Collective":
Track-list:
1. "Chains of the Collective"
2. "Waves of Destruction - I - Rising Tide"
3. "Waves of Destruction - II - Struggle for Survival"
4. "Estrangement"
5. "Turn of Fate"
6. "Colourblind"
7. "Clash with Eternity"
8. "A Life Less Ordinary"
9. "The Whistleblower - I - Devastation"
10. "The Whistleblower - II - Vindication"
11. "Turn of Fate (versão acústica)"
Fonte:
Sinfonia de Ideias
http://bit.ly/alarion
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
Dave Mustaine diz que integrantes reagiram bem ao anúncio do fim do Megadeth
A banda inglesa de rock que Regis Tadeu passou parte da vida pronunciando o nome errado
William DuVall encara desafio do metal ao gravar com Metal Allegiance: "É preciso estar à altura"
Roger Waters explicou porque seu primeiro álbum solo traz uma mulher nua na capa
Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
A voz mais pura do rock de todos os tempos, segundo Bruce Springsteen
Filmagem inédita do Pink Floyd em 1977 é publicada online
Com problemas de saúde, Mick Box se afasta das atividades do Uriah Heep
Guitarrista da banda solo de Bret Michaels sai em sua defesa
Os discos do U2 que Max Cavalera considera obras-primas
Paul Stanley e Gene Simmons serão induzidos ao Songwriters Hall of Fame
O álbum do Metallica que Mike Portnoy considera "meia-boca"
Eloy quebrava mais do que baquetas na banda de Andre Matos, segundo Hugo Mariutti
Uma jaqueta e uma simples mensagem originaram um dos maiores clássicos do Sepultura


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



