Deathstars: Um Culto (Quase) Perfeito
Resenha - Perfect Cult - Deathstars
Por Vitor Sobreira
Postado em 31 de março de 2016
Quando uma banda nos atrai a atenção e passamos a acompanhar, não existe nada mais frustrante do que aguardar por um novo lançamento, não é? E com o Deathstars foi assim, uma grande ansiedade que durou cerca de cinco anos, por um futuro CD que nunca era lançado. O resultado poderia ter ficado ainda melhor, mas definitivamente, merece boas audições.
Com toda a certeza, a saída do baterista Bone Machine exerceu um certo impacto na sonoridade abordada em 'The Perfect Cult' (quarto disco oficial do grupo), pois é notório a ausência de uma pegada mais dinâmica nas faixas, além da chegada do novo membro Vice, que é um pouco menos brilhante que seu antecessor, mas que deu conta do recado. O problema, é que faltou sim, mais peso do Metal no som, o que pode (e deve) ser sanado futuramente, pois é um recurso que ajudou muito no diferencial do Deathstars, e que por sua vez, optou por um maior uso de melodias provenientes dos teclados, soando as vezes ligeiramente mais Electro.
Os integrantes continuam executando bem as suas partes, mas o extravagante vocalista cada vez mais está abrindo mão dos vocais rasgados, preferindo se manter em uma zona de conforto proporcionada pelos graves e "limpos", até mais condizentes com esta proposta atual. Deixando de lado esses poréns, o trabalho é interessante e mantém o selo Deathstars de qualidade, pois basta uma simples conferida para "sacarmos" o esmero com o resultado final, sempre vistos em seus trabalhos.
Sempre teremos algumas faixas, em qualquer álbum, de qualquer banda, que nos conquiste mais, e que desde a primeira audição já sentimos algo de especial vindo delas, e aqui, "Fire Galore", "All The Devil´s Toys" (que possui um vídeo oficial), "The Perfect Cult" e "Noise Cuts" mantem essa tradição. Provavelmente, o leitor também tem (ou terá) as suas.
Ficar comparando um disco atual com os anteriores, não é lá um hábito muito saudável, pois cada um contém o que de melhor uma banda pôde fazer, mas em vista dos dois trabalhos anteriores a este, é realidade que poderia se esperar muito mais do Deathstars, mas, como cada audição é uma nova experiencia, o tempo acaba sendo um bom aliado para fazer justiça a este "The Perfect Cult". Ouça sem receios, mais de uma vez!
Track List:
1. Explode
2. Fire Galore
3. All the Devil’s Toys
4. Ghost Reviver
5. The Perfect Cult
6. Asphalt Wings
7. Bodies
8. Temple of the Insects
9. Track, Crush and Prevail
10. Noise Cuts
Line Up:
Emil Nödtveit (Nightmare Industries): Guitar & Keys
Jonas Kangur (Skinny Disco): Bass
Andreas Bergh (Whiplasher Bernadotte): Vocals
Oscar Leander (Vice): Drums
Lançamento: Junho/2014 - Nuclear Blast
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
O guitarrista que Ritchie Blackmore acha que vai "durar mais" do que todo mundo
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
Mick Mars perde processo contra o Mötley Crüe e terá que ressarcir a banda em US$ 750 mil
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
Slash promete que o próximo disco do Guns vai "engrenar rápido", e explica mudanças nos shows
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
John Petrucci fala sobre os desafios de apresentar "Parasomnia" na íntegra ao vivo


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar


