SuperSonic Brewer: Energia e agressividade derrubando bastardos
Resenha - Overthrow The Bastards - SuperSonic Brewer
Por Bruno Faustino
Postado em 23 de dezembro de 2015
Nota: 9 ![]()
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Após 3 anos do lançamento do Debut "Broken Bones", em 2011, eis que os gaúchos do SuperSonic Brewer lançaram em 2014, o sucessor "Overthrow the Bastard".
Iniciando a audição do disco, temos "Global Domination", uma introdução com pouco mais de minuto. Transmite uma energia eloquente ao ouvinte, trazendo uma citação de Jordan Maxwell sobre a "Tomada do Poder no Planeta Terra".
Prosseguindo, "Terrorstorm" mostra uma entrada triunfal, com peso e agressividade, andamento rápido no início e passagens grooveadas durante toda a sua duração. É inquestionável a influência de Black Label Society e Pantera.
Adiante temos "Broken Line" e "Hammer Down" que trazem riffs coesos e energéticos, mostrando grande habilidade dos guitarristas, que revezam entre si em linhas instrumentais precisas e agressivas. Temos em "Hammer Down", um ótimo trabalho de bateria e em determinados momentos oscilam entre o veloz e o cadenciado técnico, com quebras de tempo arrebatadoras, transformando esta faixa no destaque do álbum.
A próxima faixa é "Dirty Ass", que traz um riff inicial lento, que cadencia a composição por toda sua duração. Fica evidente a grande qualidade dos músicos que compõe o grupo, a canção possui uma verdadeira aula de baixo, que se sobressai em grandes momentos. Os vocais oscilam entre Death Metal e Thrash Metal dando uma característica agressiva ao som e mantendo a ordem na cozinha, uma potente e truncada linha de bateria, não podendo deixar de citar "End Times" a faixa escolhida para ser o primeiro vídeo clipe dos gaúchos.
Mantendo o ânimo e a inspiração, temos ainda "Vatican’s Downfall", que sem dúvida é a faixa mais rápida e visceral do disco, possuindo linhas vocais totalmente Death Metal. "Overthrow the Bastard" é a faixa título que encerra o registro sintetiza o que o lançamento quer transmitir : A QUEDA DOS BASTARDOS.
Formação :
Rodrigo Fiorini : Guitarra
Vinicius Durli : Vocal/Baixo
Evandro "Piki" da Silva : Bateria
Mauricio Menegotto : Guitarra
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