Jordan Rudess: Seria mais interessante com menos piano solo
Resenha - Unforgotten Path - Jordan Rudess
Por Tiago Meneses
Postado em 15 de dezembro de 2015
Nota: 5 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Existe aquilo que conhecemos e que possui uma enorme qualidade, mas que faz parte de um conjunto e que caso haja um desprendimento da sua zona de conforto, pode começar a não soar muito agradável e ficar por fim monótono, sonolento, enfadonho. insosso. Estou falando do JORDAN RUDESS em relação ao DREAM THEATER? Na verdade não, falo é das músicas escolhidas, que tirando JOHN LENNON (Imagine), ELTON JOHN (Your Song) e talvez SIMON AND GARFUNKEL (Sound of Silence), e que tiveram boas versões, não me agradaram.
Dream Theater - Mais Novidades
O repertório escolhido e que segundo o próprio JORDAN, são de canções que fazem parte da sua história desde a infância até os dias mais atuais como, YES (Soon), GENESIS (Entangled) RADIOHEAD (Karma Police), KING CRIMSON (Moonchild), ROLING STONES (As Tears Go By) está muito bom, mas que tocado unicamente ao piano não convence. O trabalho foi gravado na própria casa dele em uma situação completamente intimista, e ao meu ver, não havia a necessidade de ter sido lançado em um registro oficial, poderia continuar como um hobby mesmo, e quando achasse que devesse, postar vídeos nas redes sociais tocando uma ou outra como costuma fazer. Talvez se tivesse chamado uma banda como aconteceu em seus dois melhores trabalhos solos, "The Road Home" e "Rhythm of Time", o resultado teria sido outro.
JORDAN RUDESS é um músico de qualidade que dispensa maiores comentários, possui uma habilidade sensacional e mostra-se extremamente virtuoso em "The Unforgotten Path", mas ainda não basta quando se está tocando sozinho, e com isso, o resultado final ficou muito aquém daquilo que se espera quando se fala de alguém tão conceituado. Claro que não vou dizer que trata-se de um registro ruim. Mas seria mais interessante com mais teclados junto a uma banda e menos piano solo. As coisas soariam bem melhor.
Músico:
Jordan Rudess - Piano
Faixas:
1.Entangled (4:24)
2.Your Song (3:34)
3.For Japan (3:36)
4.Karma Police (3:39)
5.Soon (3:34)
6.The Sound of Silence (3:57)
7.Here, There and Everywhere (2:48)
8.Grandchester Meadows (5:18)
9.Old Man in the House (3:28)
10.Scarborough Fair (2:50)
11.As Tears Go By (3:14)
12.Imagine (3:49)
13.Moonchild (3:25)
14.The First Time Ever I Saw Your Face (3:38)
15.Send in the Clowns (2:49)
16.Tribute to Jobs (2:03)
17.Opus 58 (1:50)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
A banda que esbanja confiança técnica e criativa fora do comum, segundo Regis Tadeu
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Embalado pelo seu derradeiro disco, Megadeth lança linha de cervejas personalizadas
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
Os 7 álbuns que são as maiores influências de guitarra para John Petrucci, segundo o próprio
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
O disco dos anos 90 que Dave Grohl disse ter reinventado o hard rock dos anos 70
O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
A banda gringa que gostou tanto do Angra que se virou para comprar álbum antes de todos
O clássico de Phil Collins que atingiu marca histórica e fala sobre as pessoas sem-teto
João Gordo diz que morte de Patrícia Kisser o fez decidir parar de beber álcool


O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
O álbum do Iron Maiden que não saía da cabeça e dos dedos de John Petrucci: "Loucura"
A música do Dream Theater que foi diretamente influenciada por Zakk Wylde
A música de "Parasomnia" que Petrucci considera divertida de tocar ao vivo com o Dream Theater
O clássico do Dream Theater cujo título original era bizarro
A definição da sonoridade do Dream Theater, segundo o vocalista James LaBrie
Os baixistas que influenciaram John Myung, do Dream Theater
O integrante do Dream Theater que quase participou de um álbum seminal do Pink Floyd
O álbum que, segundo John Petrucci, representa a essência do Dream Theater
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



