The German Panzer: Uma boa pedida para os fãs de música pesada

Resenha - Send Them All To Hell - German Panzer

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Por Felipe Holanda
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Nota: 8

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O CD gravado pela Nuclear Blast gerou certa polêmica aqui no Brasil pelo fato do nome já ser utilizado por outra banda, o Panzer, na ativa desde 1991. Todavia, o projeto dos lendários Schmier (voz e baixo, “Destruction”), Herman Frank (guitarra, “Accept”) e Stefan Schwarzmann (bateria, “Accept”) mudou de nome para “The German Panzer” e tem muita qualidade.
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Claramente, os músicos alemães trouxeram vertentes de suas bandas para o projeto. Os timbres tradicionais do “Accept” e os riffs rasgados do “Destruction”. Porém, são apenas semelhanças. O som é menos veloz e melódico que os trabalhos de outrora. A maioria das composições são da autoria de Herman Frank.

Logo no início, “Death Kneel” é um verdadeiro petardo, que podia abrir qualquer grande álbum de Heavy Metal. Solos chamativos de guitarra e uma boa letra narrada por Schimier. Destaque para o refrão, muito bem construído e daqueles que grudam na cabeça.

A música homônima ao projeto tem uma levada que flerta com o metal industrial. Riffs e dedilhados revezando entre arranjos e melodias. Um refrão bem arrastado e nítido para não deixar uma dúvida sequer. Mesmo cadenciada, “Panzer” é uma grande faixa e está à altura do projeto.

“Freakshow” já começa a mais de mil por hora. Com uma bateria bastante rápida de Stefan somada a solos nas seis cordas de Herman. Bastante peso do começo ao fim, uma faixa daquelas para balançar a cabeça sem parar. Na minha opinião, uma das melhores de todo o álbum.

“Mr. Nobrain” é , sem sombra de dúvidas, aquela que mais se destaca. Seja pela letra muito bem escrita, ou pelas levadas precisas de guitarra, baixo e bateria. Na sequência, um belíssimo refrão que não sai da cabeça nem por decreto. Uma grande música e pesada até o cérebro!

Às vezes, as músicas têm alguma semelhança com o som do Judas Priest. A influência é clara logo no começo de “Roll The Dice”, que parece bastante com as linhas de guitarra de “The Hellion/Eletric Eye”. Mesmo assim, trata-se de uma música de qualidade, com um belo riff e boas estrofes.

Na última track, muito Thrash Metal, mas um pouco cadenciado. “Bleed for your Sins” traz a tona uma grande virtude da banda: misturar as influências de cada e ir de encontro à perfeição. A canção é boa o suficiente para integrar qualquer grande álbum de Heavy Metal, novamente com Frank se destacando nas guitarras. Que solo!

Destaque para as seis cordas seja nas bases ou nos solos, com timbres realmente bons. Aliás, a guitarras é o ponto forte do disco, com uma pegada muito instigada e uma palhetada precisa.

Na cozinha, Schimier faz o básico com maestria e Stefan carrega todo o peso nas costas. De fato, o álbum não traz muita coisa nova, mas é uma boa pedida para os fãs de música pesada.

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Sobre Felipe Holanda

Futuro jornalista recifense, baixista e apaixonado por heavy metal.

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