The German Panzer: Uma boa pedida para os fãs de música pesada
Resenha - Send Them All To Hell - German Panzer
Por Felipe Holanda
Postado em 03 de fevereiro de 2015
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O CD gravado pela Nuclear Blast gerou certa polêmica aqui no Brasil pelo fato do nome já ser utilizado por outra banda, o Panzer, na ativa desde 1991. Todavia, o projeto dos lendários Schmier (voz e baixo, "Destruction"), Herman Frank (guitarra, "Accept") e Stefan Schwarzmann (bateria, "Accept") mudou de nome para "The German Panzer" e tem muita qualidade.
Claramente, os músicos alemães trouxeram vertentes de suas bandas para o projeto. Os timbres tradicionais do "Accept" e os riffs rasgados do "Destruction". Porém, são apenas semelhanças. O som é menos veloz e melódico que os trabalhos de outrora. A maioria das composições são da autoria de Herman Frank.
Logo no início, "Death Kneel" é um verdadeiro petardo, que podia abrir qualquer grande álbum de Heavy Metal. Solos chamativos de guitarra e uma boa letra narrada por Schimier. Destaque para o refrão, muito bem construído e daqueles que grudam na cabeça.
A música homônima ao projeto tem uma levada que flerta com o metal industrial. Riffs e dedilhados revezando entre arranjos e melodias. Um refrão bem arrastado e nítido para não deixar uma dúvida sequer. Mesmo cadenciada, "Panzer" é uma grande faixa e está à altura do projeto.
"Freakshow" já começa a mais de mil por hora. Com uma bateria bastante rápida de Stefan somada a solos nas seis cordas de Herman. Bastante peso do começo ao fim, uma faixa daquelas para balançar a cabeça sem parar. Na minha opinião, uma das melhores de todo o álbum.
"Mr. Nobrain" é , sem sombra de dúvidas, aquela que mais se destaca. Seja pela letra muito bem escrita, ou pelas levadas precisas de guitarra, baixo e bateria. Na sequência, um belíssimo refrão que não sai da cabeça nem por decreto. Uma grande música e pesada até o cérebro!
Às vezes, as músicas têm alguma semelhança com o som do Judas Priest. A influência é clara logo no começo de "Roll The Dice", que parece bastante com as linhas de guitarra de "The Hellion/Eletric Eye". Mesmo assim, trata-se de uma música de qualidade, com um belo riff e boas estrofes.
Na última track, muito Thrash Metal, mas um pouco cadenciado. "Bleed for your Sins" traz a tona uma grande virtude da banda: misturar as influências de cada e ir de encontro à perfeição. A canção é boa o suficiente para integrar qualquer grande álbum de Heavy Metal, novamente com Frank se destacando nas guitarras. Que solo!
Destaque para as seis cordas seja nas bases ou nos solos, com timbres realmente bons. Aliás, a guitarras é o ponto forte do disco, com uma pegada muito instigada e uma palhetada precisa.
Na cozinha, Schimier faz o básico com maestria e Stefan carrega todo o peso nas costas. De fato, o álbum não traz muita coisa nova, mas é uma boa pedida para os fãs de música pesada.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de Bruce Dickinson que tem riff no estilo Scorpions
Gojira faz primeiro show com o baterista brasileiro Luigi Paraventi; confira vídeos
"Foreign Tongues" se torna 16º disco dos Rolling Stones no topo da parada britânica
A banda que vendeu milhões nos anos 70 e hoje não aparece nas listas de rock clássico
A regra do Iron Maiden que Nicko McBrain quebrou e levou "uma bronca daquelas" de Steve Harris
Tito Falaschi lança o segundo álbum solo, "Time to Move On"
A obra-prima do rock anos 90 que foi gravada em uma mansão medieval assombrada na Inglaterra
A música que Flea escolheu como a melhor definição do Red Hot Chili Peppers
O melhor livro de todos os tempos, segundo Robert Smith do The Cure
Steve Lukather atualiza status de álbum com registros inéditos de Eddie Van Halen
O clássico dos anos 70 que para Slash tem o "melhor timbre de guitarra de todos os tempos"
Echo and the Bunnymen anuncia primeiro álbum em 12 anos
Plebe Rude celebra "O Concreto Já Rachou" com relançamento e versão de "Até Quando Esperar"
Baixista fala sobre sonoridade do próximo álbum de estúdio do Savatage
Max Cavalera: "Não dou a mínima para o que pensa o pessoal do Korn ou qualquer outro!"
"Você não pode colocar eu e Robert Plant na mesma categoria", afirma Dee Snider
A importância de Malu Mader na reconciliação entre Nando Reis e Titãs após anos

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



