Íami: Trabalho praticamente artesanal

Resenha - Luz e Sombra - Iamí

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Por Vitor Franceschini
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A música pode ser feita de uma forma bem particular, vindo de fora pra dentro também e gerar ótimos resultados. O Iamí é encabeçado por Rômulo, que paralelo à sua banda de Stoner Rock, resolveu tomar conta de tudo (inclusive parte gráfica) e expor suas influências absorvidas de forma bem pessoal.

Unindo o Black Metal ao Dungeon Synth (gênero que une desde elementos de ambient music até música medieval), o Iamí traz uma sonoridade que pode ser assimilada facilmente, mas digerida aos poucos. Os elementos Black Metal são tradicionais, mas as passagens ‘viajantes’ contrastam de uma forma peculiar e bem intimista.

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Pode-se imaginar que algo como Burzum está por vir, mas o trabalho desenvolvido por Rômulo chega a ser muito mais interessante que o feito por Varg Vikernes. Há influências do Black Metal nórdico, mas nota-se algo nas raízes de Emperor e Ancient, o que, de certa forma, eleva a qualidade da música do Iamí.

Com letras em português as temáticas são variadas dentro de um nicho que aborda desde cultura indígena pagã, xamanismo, filosofia (com bases em Nietzsche e taoísmo) de uma forma bem pessoal. As linhas casaram com as composições e soam inteligíveis, de certa forma.

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A produção feita com poucos recursos acabou gerando um resultado surpreendente, com qualidade acima da média, principalmente em se tratando do estilo proposto. O difícil de destacar apenas uma composição é o fato de que as seis inclusas no trabalho se completam. Se aprecias um Black Metal ríspido com climas e passagens atmosféricas, eis um grande disco!

https://www.facebook.com/iamimusicdungeon?fref=ts
https://iamimusic.bandcamp.com/

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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