Angry: Trabalho coeso, com thrash metal empolgante
Resenha - Future Chaos - Angry
Por Leonardo Daniel Tavares da Silva
Postado em 04 de novembro de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Existem discos que são bons, mas pecam por uma falta de unidade Não é o caso de "Future Chaos", debut da banda ANGRY, de Mauá, no interior paulista. A banda dá o seu recado e segue a cartilha dos mestres do SLAYER apresentando um disco de thrash metal capaz de lhe fazer balançar a cabeça mesmo que você tenha acabado de levar um pé na bunda no emprego. Simplesmente não dá pra ficar parado sem se entregar ao som do thrash metal entregue pelos caras.
A Intro "When Darkness Fall" é ótima, com excelente trabalho de guitarras, violões, mesclado com trechos de filmes bem colocados. Faz bem o papel de uma boa intro, ou seja, conquista e desperta o interesse, explodindo em "The Night of Your Death", um legítimo thrash metal, rápido e certeiro. A faixa que dá identidade ao disco define a banda muito bem. "Future Chaos" tem riffs matadores, paulada na cozinha e solos de guitarra de explodir os tímpanos. Você pode conferir o clipe para essa pedrada no player abaixo:
A violência sonora, ao mesmo tempo veloz e desesperada, continua com a empolgante "Insanity" e seus 8535 solos de guitarra. As próximas, "I See", "Stuck In The Past" e "Suffocated By Despair" não deixam a bola cair, especialmente a complexa "Stuck In The Past" com um momento que lembra, levemente, death metal. Sem descanso, sem trégua, chegamos a "Fear of Tomorrow", outra pedrada com as mesmas características das anteriores. "Last Day" até dá uma aliviada, mas fecha o disco da forma violenta como todas até aqui. É um trabalho coeso, até um tanto uniforme, mas só mantenha distância se realmente não gostar de thrash metal.
Apesar de ser o primeiro disco da banda, o trio formado por Diego Armando (baixo e vocais), Alex (guitarra) e Ricardo Luiz (bateria), com o apoio de Renato Haboryni na guitarra base, não deixa de apostar em um mascote (e o faz acertadamente). O guerreiro sobrevivente pós-apocalíptico na arte de Juliana Reis não o deixará esquecer de mais uma banda que mantem viva a chama do thrash metal oitentista. Pelo menos não até o apocalipse.
Track List:
When Darkness Fall
The Night Of Your Death
Future Chaos
Insanity
I See
Stuck In The Past
Suffocated By Despair
Fear Of Tomorrow
Last Day
Outras resenhas de Future Chaos - Angry
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
A banda americana dos anos 1970 que é a maior influência da nova baterista do Rush
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Keith Richards
Hellripper anuncia 4 shows no Brasil em turnê inédita para 2027
Como Mark Knopfler adaptou um defeito para escapar de tocar guitarra "do jeito errado"
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
A banda dos anos 80 que Kurt Cobain dizia ter envelhecido rápido demais
O guitarrista mais rápido que Slash viu tocar; "literalmente explodiu minha cabeça"
O guitarrista que é "facilmente o melhor" que Jimmy Page já viu de perto, segundo o próprio
O vocalista que fez teste para o AC/DC antes de Axl Rose assumir no lugar de Brian Johnson
O dia que Andre Matos criticou a voz da cantora Marisa Monte



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



