Venereal Sickness: Massacre contra a hipocrisia midiática
Resenha - Extreme Media - Venereal Sickness
Por Vitor Franceschini
Postado em 25 de setembro de 2014
Nota: 8 ![]()
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Onze anos após sua fundação e sete após seu último registro, a demo "High Destuction" (2007), os mineiros da Venereal Sickness chegam ao tão sonhado debut. Formado atualmente por Kim (vocal/guitarra), Junior (baixo) e Neto (bateria), o trio se envereda pelos caminhos do Death Metal ‘old school’.
Se utilizando de temáticas que abordam toda hipocrisia social e a manipulação midiática (como o próprio nome do trabalho denuncia), o grupo destila mórbidos riffs de guitarra, com solos curtos – típicos do estilo -, além de uma boa variação rítmica comandada pela cozinha. Kim urra na linha tradicional dos guturais do estilo e fica entre o inteligível e ininteligível, se isso é possível.
É predominante a aura ‘old school’ do trabalho, trazendo à tona certa nostalgia e influências de nomes como Benediction, Bolt Thrower e Gorefest, além das próprias características que demonstram uma homeopática dose de Thrash Metal e a típica pegada mineira. Tudo bem coeso.
Difícil mesmo é destacar uma composição, mas posso mencionar Useless Commanders, Feeling My Fury e Screens of Lies como grandes destaques do trabalho. O álbum ainda conta com duas faixas bônus da demo mencionada no início da resenha, o que ajuda a mostrar a evolução da banda nestes últimos sete anos.
A produção, a cargo de Fucker (Sanatório, Ódio) e da própria banda, no Studio Attack varia de qualidade, mas não tira o brilho, afinal não soa ruim em momento algum. Se o leitor é um grande apreciador do Death Metal genuíno e com a pegada das bandas mineiras do estilo, eis uma boa pedida.
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