Desert Dance: Estreia não poderia ser mais bem sucedida!

Resenha - Open Secrets - Desert Dance

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Por Felipe Cipriani Ávila
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Munida de muita energia e garra, a banda paulistana Desert Dance nasceu no início de 2014, fruto da paixão dos seus integrantes pelo som classudo e marcante do híbrido entre Hard Rock e Heavy Metal. Apesar da pouca idade, todos os músicos impressionam pela coesão e profissionalismo, com alguns que ainda atuam ou atuaram em conjuntos como Electric Age e o extinto B.I.T.E, além de experiências prévias em diversos outros do circuito musical paulistano. O EP de estreia "Open Secrets" apresenta ao ouvinte quatro temas enérgicos e empolgantes, lhe proporcionando momentos de pura diversão!

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Gravado no Mr. Som Studio, em São Paulo, "Open Secrets" é um material de beleza ímpar, daqueles que tinham que ser concebidos em algum momento. Sendo influenciado por bandas diversas como Dokken, Impellitteri, Loudness e Judas Priest, a sonoridade do quarteto passeia ora pelo Heavy Metal, ora pelo Hard Rock, com muita desenvoltura e conhecimento de causa. Temos aqui, então, um material genuíno e que merece ser apreciado na sua íntegra, já que todas as composições possuem o mesmo nível e qualidade.

A faixa de abertura do EP, "Louder, Faster And Sleeze", já mostra de imediato para o que veio, com uma introdução pesada, numa verve mais Heavy Metal tradicional. No seu desenvolver, adiciona a energia e a "canastrice" do Hard Rock oitentista, com linhas vocais grudentas, cativantes e inspiradíssimas. A banda é extremamente entrosada e coesa. O solo de guitarra é formidável e merece menção. Apesar de bem jovens, todos os membros são ótimos músicos, bem familiarizados com os seus respectivos instrumentos, executando-os com muita destreza e garra. Em suma, uma música sensacional, pesada e crua, porém muito bem trabalhada e lapidada. Hard & Heavy da melhor qualidade.

Em seguida somos agraciados com outra grande canção, nem um pouco inferior à anterior. "Dance" tem um início belíssimo e que pode enganar alguns parecendo se tratar de uma balada. Entretanto, não se engane, esta logo fica bem encorpada, pesada, enérgica e crua, com riffs de guitarra magistrais. O vocalista Junior Rodrigues "captura" de imediato a atenção do ouvinte, com atuação soberba! Impressionante como as linhas vocais são bem encaixadas e criativas, de modo que o tema logo fica memorizado na mente.

A empolgação e vigor permanecem em alta voltagem na excelente "Crime Town", que já tem um princípio "sacana" e pesado, com ótimos riffs de guitarra. A cozinha é muito bem entrosada e mantêm o pique e energia do início ao fim. O refrão é bastante elogiável, por ser simples, direto, eficiente e memorável. Lizzy Louiz, novamente, nos brinda com um solo primoroso.

E para encerrar este belo EP, temos "Letting You Know", com outro trabalho vocal e instrumental formidável. O refrão é notável e ficará na sua mente por dias a fio.

A obra apresentada pelo quarteto é repleta de atributos. A produção é ótima e deixa todos os instrumentos bem evidentes. As composições são muito cativantes, inspiradas, honestas e contêm todos os ingredientes que farão a cabeça dos aficionados pelo Hard & Heavy. É, agora é aguardar por um álbum completo de estúdio! Se vier nos moldes do EP, será daqueles que não sairá do seu aparelho de som por meses!

Ouça as quatro faixas do EP:
https://soundcloud.com/desert-dance

Caso queira adquirir uma cópia digital, acesse:
https://itunes.apple.com/gb/album/id893176587

Formação da banda:
Junior Rodrigues - Vocal
Leonardo Xavier - Contrabaixo
Lizzy Louiz - Guitarra
Nico The Boss - Bateria

Faixas:
1 - Louder, Faster And Sleeze
2 - Dance
3 - Crime Town
4 - Letting You Know

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Sobre Felipe Cipriani Ávila

Headbanger convicto e fanático, colecionador compulsivo de discos, não vive, de modo algum, sem música. Estudante de Jornalismo e Letras. Procura, sempre, se aprofundar no melhor gênero de música do mundo, o Heavy Metal, assim como no Rock’n’Roll, de um modo geral, passando pelo clássico, pelo progressivo, pelo Hard setentista e oitentista, e não se esquecendo do Blues. Play It Loud!

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