Sinbreed: Um álbum "ame-o ou deixe-o"
Resenha - Shadows - Sinbreed
Por Victor de Andrade Lopes
Fonte: Sinfonia de Ideias
Postado em 29 de março de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Será que ainda vale a pena comentar o quão saturado está o estilo do power metal hoje em dia? Nesta resenha, talvez não. Porque este álbum, mesmo que não traga praticamente nada de novo, é um trabalho original em seu próprio mérito e de muita qualidade - qualidade rara de se ver hoje em bandas novas.
Bom, mas chamar o SINBREED de "novo" seria covardia. Os membros não caíram do céu; o baterista e um dos guitarristas são ninguém menos que FREDERIK EHMKEO e MARCUS SIEPEN, membros do BLIND GUARDAN. O vocalista HERBIE LANGHANS, cujo timbre lembra muito o de ANDI DERIS do HELLOWEEN, tem experiência à frente de duas bandas (BEYOND THE BRIDGE e SEVENTH AVENUE). O baixista e o outro guitarrista são mais novatos, e nem por isso menos competentes.
As faixas de Shadows são tão consistentes que nem há muito sentido em se comentar uma por uma. Até as baladas lentas, que nenhuma banda de power metal dispensa atualmente, estão ausentes aqui. Honestamente? Não fazem falta. Ficaria até estranho algo assim nesta banda, ainda que os membros já tenham feito isso em seus outros grupos.
Difícil dizer quem mais se destacou em Shadows: se a dupla das cordas MARCUS e FLO LAURIN mais o baixista ALEXANDER SCHULZ, com riffs muitíssimo bem trabalhados; se o vocalista HERBIE e sua voz poderosa e agressiva; ou se o bateria FREDERIK, que não se limitou a apenas marcar o ritmo da música: fez questão que o fã se lembrasse dele a cada virada, a cada golpe no prato.
Qualquer dúvida sobre a qualidade deste disco pode ser sanada com "Bleed", "Call to Arms", "Black Death" ou "London Moon".
Shadows é um álbum 8 ou 80, como os do AC/DC. Se você gostar da primeira faixa, gostará das outras. Se não gostar, é melhor nem ouvir o resto. "Você está querendo dizer que o álbum é repetitivo?" - sim, estou. Mas quando a fórmula é boa, que mal tem?
Abaixo o vídeo de "Bleed":
Track-list:
01. "Bleed"
02. "Shadows"
03. "Call to Arms"
04. "Reborn"
05. "Leaving the Road"
06. "Far Too Long"
07. "Black Death"
08. "Standing Tall"
09. "London Moon"
10. "Broken Wings"
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Fabio Lione afirma que show do Angra no Bangers Open Air será legal
A regra não escrita que o Iron Maiden impõe nos solos de guitarra, segundo Adrian Smith
"Deveríamos nos chamar o que, Iron Maiden?": Geddy Lee explica manutenção do nome Rush
Rick Rubin descartou uma das maiores bandas do grunge; "Não acho que sejam muito bons"
Por que em "Ride the Lightning" o Metallica deu um grande salto em relação a "Kill 'Em All"
Michale Graves não se enxerga mais como parte do punk e já começou mudança na carreira
Frontman do Corrosion of Conformity, Pepper Keenan lembra teste para baixista do Metallica
A foto polêmica em que Stevie Nicks mostrou mais do que queria e depois se arrependeu
5 discos obscuros de rock dos anos 80 que ganharam nota dez da Classic Rock
Exausto das brigas, guitarrista não vê a hora de o Journey acabar de vez
A única banda de rock na atual playlist da NASA para acordar astronautas indo para a Lua
"Provavelmente demos um tiro no próprio pé" diz Rich Robinson, sobre o Black Crowes
Alex Lifeson diz que primeiros ensaios do Rush com Anika Nilles não funcionaram tão bem
A banda iniciante de heavy metal que tem como objetivo ser o novo Iron Maiden
Moonspell atinge o ápice no maravilhoso "Opus Diabolicum - The Orchestral Live Show"
Quem são as "Frágeis Testemunhas" da canção "Refrão De Bolero" do Engenheiros do Hawaii
A história de "Boulevard Of Broken Dreams", uma das músicas mais bonitas (e tristes) do Green Day
Kurt Cobain conta sobre a banda que fez com que ele sonhasse ser um rockstar


Carach Angren - Sangue, mar e condenação no Holandês Voador
Testament - A maestria bélica em "Para Bellum"
Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



