République du Salém: O verdadeiro Rock Nacional da atualidade
Resenha - O Fim Não é o Bastante - République du Salém
Por Vitor Franceschini
Postado em 10 de março de 2014
Nota: 8 ![]()
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Àqueles que acreditam que o Rock nacional é aquele travestido de pop que as rádios insistem em nos socar goela abaixo, aqui está o République Du Salém mostrando a verdade. Essa é a verdadeira essência do Rock and Roll cantado em português. Músicos competentes fazendo composições excelentes.
Sim, o cunho comercial parece inevitável nesses casos, mas e daí se a música é boa? Aliás, realmente boa. A sonoridade do grupo transita exatamente entre a técnica e a melodia pura e simples, como o Rock foi consolidado na década de 70. Tudo com ótimas letras em português, sem babaquices ou coisas do tipo.
O início com Cidadão Kane mostra uma veia Aerosmith misturada com Made In Brazil gerando uma música clássica e com excelente pegada. Corpo Achado, Bala Perdida mostra que a banda sabe medir o peso, enquanto a balada Apenas Uma Canção de Amor faz a gente suspirar e pode ser considerada a simples do disco, porém linda!
Sem Hora Pra Voltar e sua linha de baixo bem sacana é o típico Rock paulistano e possui uma letra que muitos ‘baladeiros’ irão se identificar. Os Homens é mais uma bela balada, com um ar filosófico e bem emotiva. Fechando o disco, Expresso 212 é aquela típica canção que a banda resolve dar tudo de si para mostrar que não estão de brincadeira.
A produção a cargo de Brendan Duffey e Adriano Daga, no Norcal Studios, não poderia ser melhor. Límpida e com todos os instrumentos audíveis, só colabora com as composições. A única ressalva fica por conta da quantidade de músicas, afinal 6 canções é muito pouco para uma banda tão boa. Ótimo!
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