Crowdburn: Unindo várias vertentes com peso

Resenha - Ignition - Crowdburn

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Muito bom ouvir um trabalho que mescla vários sons atuais de forma equilibrada e coesa. O Crowdburn é um quinteto sueco de Umea, que investe numa sonoridade que caminha entre o Melodic Death Metal, o Thrash Metal e uma leve pitada de Southern Metal.
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O interessante nas composições da banda é que se nota influências do Metal tradicional, principalmente nos riffs de guitarras e isso não tira a modernidade contida na música do grupo. Esclarecendo que esse ‘moderno’ empregado na frase anterior não quer dizer algo tendencioso ou que foge dos padrões do Metal.

Aliando tudo isso há um ‘groove’ certeiro, as 10 composições contidas no trabalho são de tirar o chapéu. O trabalho mostra músicas mais pesadas e melódicas, com algo mais cadenciado seguindo as influências mais noventistas.

Destaque para as faixas Stars, Burning Crowd, Sign Away Your Life, Spiders Nest e Confronted (confira o vídeo após a resenha). “Ignition” pode não inovar em muita coisa, mas é um disco de ótima qualidade e que possui um ‘felling’ incrível.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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