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A música do The Cure composta por Robert Smith como luto pela morte de seu irmão

Por André Garcia
Postado em 27 de dezembro de 2024

A música é, entre muitas coisas, uma das melhores formas de lidar com tragédias pessoais: laborando a dor em forma de arte. "Tears in Heaven", de Eric Clapton, não existiria se seu filho, de apenas 4 anos, não tivesse caído do 53º andar.

Phil Collins e Bob Dylan se especializaram em transformar divórcios em álbuns de sucesso — algo que o U2 também fez no "Achtung Baby" (1991).

No caso do The Cure, que este ano lançou o elogiadíssimo "Songs Of A Lost World", as letras tem sido uma forma de ajudar Robert Smith a lidar com a morte e o sentimento de perda.

Cure - Mais Novidades

Foto: Reprodução YouTube - VEVO
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Conforme publicado pela NME, em entrevista para Matt Everitt Robert Smith falou sobre o novo álbum do The Cure, "Songs Of A Lost World". Sobre a faixa "I Can Never Say Goodbye" ele contou que a letra foi escrita sobre a morte de seu irmão como parte de seu luto:

"Escrevi essa música de vários jeitos até chegar em uma narrativa nem simples do que realmente aconteceu na noite em que ele morreu. Fiz de tudo com essa música para resumir como me sentia. No final das contas, ela se transformou em uma pequena vinheta sombria."

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"Escrevi a música sobre aquilo, e a melodia em si era o que eu queria para dar um respiro. Não queria que a letra dominasse a canção, de modo que o instrumental virasse um pano de fundo para o que estava sendo cantado. Nesse caso, acho que a música é mais importante do que o que estou cantando, de certa forma. É uma música muito difícil de cantar. Tudo o pessoal diz que é catártico, mas ela realmente foi. Ela me permitiu lidar com aquilo, me ajudou muito."

"Algumas das versões eram muito exageradas. Para mim estavam ótimas, mas quando mostrava para as pessoas e elas diziam 'Isso é excessivo, você não pode tocar isso'. Entendi que eu não poderia mesmo. Quando tocava essa música ao vivo, às vezes ela me deixava muito abalado e era muito difícil não exagerar."

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"Quando somos jovens, romantizamos [a morte], mesmo sem saber; até que ela começa a chegar na sua família e amigos mais próximos. Aí a coisa muda de figura. É algo com o qual sofri em termos de letras: como colocar isso nas músicas? Sinto que sou uma pessoa diferente daquela que era quando fizemos o último álbum ['4:13 Dream', de 2008]. Eu queria que isso transparecesse."

Segundo Robert Smith, foi o finado Richard, seu irmão mais velho, que o incentivava a se dedicar em tempo integral ao The Cure.

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Sobre André Garcia

Sou redator e tradutor freelancer e escritor, autor do livro de contos Liber IMP. Ouço rock desde pequeno, leio coisas sobre bandas desde sempre e escrevo sobre ela já tem anos. Cresci como fã de Iron Maiden e paladino do rock, mas já me tratei. Hoje sou fã de nomes como Beatles, David Bowie, The Cure, Kraftwerk e Velvet Underground, e de cenas como a Londres psicodélica, a Nova Iorque proto-punk e a Manchester pós-punk. Escrevo notas e notícias rápidas para o Whiplash.Net visando compartilhar conteúdo relevante sobre música e cultura pop.
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