Universal Theory: trabalho que se descobre após várias audições

Resenha - Mystery Timeline - Universal Theory

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Por Vitor Franceschini
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Hoje em dia, projetos como este têm se tornado comuns. Muitos deles soam como uma massagem de ego e de certa forma pretensiosos, o que não é o caso do Universal Theory, felizmente. Encabeçado pelo músico espanhol Jesus Pinilla, este projeto se envereda por diversos gêneros e subgêneros do Rock/Metal e é baseado em uma ideia: "El Placer De La Búsqueda" (O Prazer Pela Busca, em uma tradução livre).

Ao lado do multi-instrumentista e cantor temos a cantora María José Martos que colabora com seu talento ímpar em algumas músicas. O trabalho apresentado transita pelo Ambient Music, Atmospheric, Gothic e Metal de forma tranquila e sem soar esdrúxulo.

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Músicas bem arranjadas, com uma veia Space Rock, com sintetizadores na medida certa se aliam a bem equilibradas bases de guitarra. O clima é na maior parte melancólico e viajante, mas nada que se aproxime do que costumamos chamar de Doom Metal.

Momentos mais ‘clean’ se destacam em faixas como Grand Mystery e Maybe. Enquanto os mais agitados ficam por conta de Let Your Desires, Turn Me On e What Dreams Hide, sendo que nesta última, a vocalista María José mostra sua real e potente voz em um show de interpretação.

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"Mystery Timeline" conta com uma boa produção, de certa forma moderna e com instrumentos muito bem timbrados. A sonoridade contida no álbum pode sofrer alguma resistência de início, mas é o tipo de trabalho que se descobre ainda mais em várias audições. Uma boa pedida.

http://www.facebook.com/universaltheory

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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