Desecrated Sphere: unindo técnica e brutalidade de forma ímpar
Resenha - Emancipate - Desecrated Sphere
Por Vitor Franceschini
Postado em 13 de agosto de 2013
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O Desecrated Sphere surgiu em 2011 e meteoricamente, no mesmo ano, soltou seu primeiro álbum, o magnífico "The Unmasking Reality". Surpreendendo a todos com seu Death Metal técnico e encorpado, a banda consolidou seu nome no cenário nacional rapidamente e na primeira metade de 2013 deixou sua marca em uma turnê europeia.
"Emancipate", desde que começou a ser gravado, tinha a difícil missão de superar seu antecessor e se não conseguiu, no mínimo se igualou àquele que foi um dos melhores lançamentos de 2011. Apesar de mais direto, o novo trabalho não deixa a técnica apuradíssima da banda de lado e atinge todas as expectativas.
Riffs e solos, a cargo de Rubens Fraleone e Gustavo Lozano, muito bem elaborados e executados com maestria se aliam às excelentes e complexas linhas de baixo de José "Motor" Mantovani, que vem se destacando como um dos melhores baixista do estilo no país, como toca! A bateria de Saulo Benedetti mantém a pegada certeira e Renato Sgarbi vomita seus guturais com um pouco de variação pro rasgado.
A primeira pintura do álbum surge com Departure From Flesh. O riff inicial e a levada cadenciada são sensacionais, pra depois descambar pra uma porrada insana com leves quebradas. Linking Opposites (Demystifying Ormudz And Ahriman) mostra como a dupla de guitarristas estava entrosada com solos típicos do estilo e um pouco de melodia.
Leaders Of Babylon é o carro chefe do disco (veja o lyric video no final da resenha) e mostra Renato variando um pouco mais nos vocais. Ainda é bom mencionar a ótima instrumental Eçá que fecha o disco com chave de ouro. Tanto a produção gráfica como a sonora ficaram ótimas e "Emancipate" sem dúvidas está na lista de melhores do ano. Vale lembrar que a banda sofreu uma reformulação após o lançamento do álbum, sendo que o batera Saulo e o guitarrista Rubens saíram da banda. Apenas o primeiro foi substituído por Rodolfo Bassani que voltou ao Desecrated Sphere.
http://www.facebook.com/DesecratedSphere?fref=ts
http://www.reverbnation.com/desecratedsphere
Outras resenhas de Emancipate - Desecrated Sphere
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco em que o Dream Theater decidiu escrever músicas curtas
O gênero musical cujo nome não faz sentido algum, segundo Mikael Åkerfeldt do Opeth
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
Os 11 melhores álbuns conceituais de metal progressivo, segundo a Loudwire
A sumidade do rock nacional que expulsou Lobão de seu álbum solo
O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
Glenn Hughes cancela turnê pela América do Norte devido a problema de saúde
Isa Roddy, ex-vocalista do Dogma, ressignifica balada do Black Sabbath
O guitarrista que custou mil dólares por dia a David Gilmour; "eu queria bater nele"
A banda mais influente do rock progressivo, de acordo com Geddy Lee
Guitarrista do Metal Church responde declarações de ex-vocalista
Os clássicos do rock que estão entre as músicas preferidas de Carlo Ancelotti
"Até quando esse cara vai aguentar?" O veterano que até hoje impressiona James Hetfield
Os 3 veteranos do rock que lançaram álbuns que humilham os atuais, segundo Regis Tadeu
O disco do Black Sabbath que Bruce Dickinson considera um dos melhores de todos os tempos
A música sobre bissexualidade que Nando Reis não canta por causar desconforto
A música que David Gilmour escreveu para o Pink Floyd que ele nunca mais quer ouvir
A resposta de Fernando Deluqui sobre chance de Paulo Ricardo participar do atual RPM

Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: "Load" não é um álbum ruim e crucificável
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



