Home: Alicerces que dão substância e encorajamento ao Metal
Resenha - Home - Home
Por Leonardo M. Brauna
Postado em 11 de agosto de 2013
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Munidos de muita melodia associada a uma competência extraordinária, o HOME conquistou um lugar importante na história da música com o seu segundo lançamento, o álbum autointitulado de 1972. Ele mostrou a sequência da trajetória que se iniciou no ano anterior com ‘Pause for a Hoarse Horse’, porém com o sucesso da nova "bolacha", duas pessoas cravaram de vez os seus nomes no cenário roqueiro mundial, Laurie Wisefield (ex-Wishbone Ash) e Cliff Williams (AC/DC).
‘Home’ arrancou elogios da imprensa britânica e foi escolhido pelo jornal ‘Melody Maker’, como o melhor álbum do ano. Na época o disco conseguiu vender dez mil cópias penas no Reino Unido, fazendo assim a banda renovar o contrato com a CBS por mais tempo. Ao lado de Laurie (guitarra) e Cliff (baixo) estavam Mick Stubbs (guitarra, vocal), Mick Cook (bateria) e o não creditado Clive Johns (teclados).
É impossível não ficar admirado com o conjunto dessa obra, principalmente se atentarmos para as partes de baixo executadas pelo "paradão" Cliff. Quem ouve as músicas do AC/DC e se satisfaz sempre com aquele senhor fazendo marcação em seus álbuns, pode conferir o que realmente ele é capaz de fazer em músicas como ‘Lady of the Birds’.
Talento não falta também para Stubbs, as suas linhas vocais permeiam entre as notas instrumentais com tanto conforto que chega a ser inevitável o nosso acompanhamento em alguns refrãos, mas a segurança nas vocalizações é apenas parte da sua capacidade que também lhe permite ser um excelente instrumentista.
Os solos de Wisefield também não poupam a alma, o virtuosíssimo guitarrista em ‘Home’ presenteia o ouvinte com um pouco da sua "monstruosidade", fazendo arrepiar cabelos em faixas como ‘Dreamer’ que lhe arrasta até a essência da magia tomando 100% da sua atenção, sem falar nos backing vocais que complementam muito o álbum.
Infelizmente a banda não teve vida longa, mas chegaram a lançar outro trabalho totalizando três. Registros "escondidos" como esse é algo que se deve resgatar sempre, pois a qualidade original da música está representada em muita coisa que acaba caindo no ostracismo. Também são alicerces como esse que dá substância e encorajamento ao metal de hoje, portanto, viva o Classic Rock para dar vida longa ao Heavy Metal!
Formação:
Mick Stubbs – Guitarra, Vocal;
Laurie Wisefield – Guitarra, Backing Vocals;
Cliff Williams – Baixo;
Mick Cook – Bateria.
Faixas:
01."Dreamer";
02."Knave";
03."Fancy Lady, Hollywood Child";
04."Rise Up";
05."Dear Lord";
06."Baby Friend of Mine";
07."Western Front";
08."Lady of the Birds".
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Pophouse adquire parte dos direitos musicais, de imagem e nome do Iron Maiden
A música "numero 1" do AC/DC, na opinião de Angus Young
O vocalista que Robert Plant julgava inalcançável e que idolatrava o cantor do Led Zeppelin
A banda que antecipou o Van Halen e quase virou o Led Zeppelin dos EUA
Mastodon oficializa nova formação, que conta com músico brasileiro
5 músicas que fazem o metaleiro olhar para o amigo e dizer: "Agora ficou sério"
A música do AC/DC que Angus Young escolheu como sua favorita na guitarra
Tarja Turunen elege primeiro disco do Nightwish como o pior que já gravou
A banda que bateu um recorde dos Beatles e afundou em poucos anos
O álbum que definiu o AC/DC como banda, segundo Angus Young
Queens of the Stone Age lança nova música, "Easy Street"
Ciúme destruiu formação clássica do Heart, admite Ann Wilson
A música do Pink Floyd que David Gilmour achou que tivesse copiado de alguém sem querer
O disco de 1983 que Dave Grohl sabe tocar de cor e salteado; "Conheço cada virada de bateria"
Marilyn Manson: 7 coisas que você não sabia sobre ele
Os detalhes que levaram Dennis Stratton a ser demitido do Iron Maiden
João Gordo revela quanto ganhava de salário na MTV e na Record

Brasileiro Puukkojunkkari faz ótimo punk/hardcore extremo cantando em finlandês
A Arquitetura da Fé e da Melodia - Michael Sweet Transmite Paz em "The Master Plan"
Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos



