Borg 64: pegada das faixas são raivosas, insanas e agressivas

Resenha - Anywhere But Her - Borg 64

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 7

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Uma pena as incursões eletrônicas nas composições deste novo EP dos suecos do Borg 64, já que mesmo assim o Crust/Hardcore executado do grupo empolga. Desde o início, com a faixa de abertura intitulada Death To False Power Chords, esses elementos supracitados se mostram desnecessários.

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A pegada das faixas são raivosas, insanas e agressivas. Guitarras ríspidas, um baixo estonteante que dá brutalidade ao trabalho e uma bateria com pegada são os elementos de destaque, tudo tendo a frente vocais gritados que parecem estar em pleno ataque de nervos.

A sonoridade espanta, assim como a cara dos cidadãos que compõem a banda, porém o excesso de ruídos eletrônicos desnecessários quase põe tudo a perder. Destaque para a faixa Lulea.

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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