Intractable: raiva e agressividade neste primeiro trabalho

Resenha - Inner Decay - Intractable

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Por Vitor Franceschini
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Impressionante a raiva e agressividade que este primeiro trabalho dos suíços do Intractable transmite. Caminhando entre a tênue linha do Thrash e o Death Metal, o grupo destila com muita fúria um som enérgico e cheio de vigor. São doze composições cheias de fúria, onde a brutalidade caminha com a técnica tranquilamente.

Formado em 2006, a banda até então havia lançado apenas uma demo intitulada "First Erruption" em 2010. Agora apresentam esse petardo que conta com Markus Hospenthal e Dominik Meier (guitarras), Michael Schuler (baixo), além de Kottmann Benjamin (vocal/bateria).

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Sim, a insanidade toda é cantada por um baterista que tem um gogó de ouro, além de arregaçar tudo nas baquetas. Com um vocal semi-gutural de tirar o chapéu se alternando com narrativas sussurradas e timbres rasgados, Kottmann ainda se mostra um excelente baterista que explora viradas insanas e ótimos 'blast beats'.

Tudo acompanhado por um ótimo trabalho de guitarras, onde riffs excelentes são executados com muita pegada, além de bons solos. Com composições ora diretas, ora quebradas e o mínimo de melodias, o Intractable se sai muito bem neste debut, que ainda possui ótimas linhas de baixo.

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Destaque para That's Me, Enslavement, Down, The Leaders e Breaking Strength Of Mind. Vale destacar que a bela arte da capa, a cargo de Barbara Schuler, lembra muito os tempos áureos do Metal oitentista, mas não condiz muito com a sonoridade da banda, o que nem tira ou ganha ponto dos caras. Muito bom!

http://www.intractable.ch/
http://www.facebook.com/Intractable.official

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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