Pantera: 20 anos depois, ainda um soco na cara
Resenha - Vulgar Display of Power - Pantera
Por Rodrigo Noé de Souza
Postado em 15 de julho de 2012
Para muitos fãs, Cowboys From Hell sempre será o primeiro disco do Pantera. Porém, devem se lembrar que a banda dos Darrell Brothers (Dimebag e Vinnie Paul) lançaram quatro discos, sendo que três foram com Terry Glaze nos vocais e Power Metal (1988), com a estréia de Phil Anselmo. Com esse play, a banda texana dava indícios do que irá por vir.
Dando continuidade a sua saga vitoriosa, iniciada pelo álbum Cowboys From Hell, o Pantera lança Vulgar Display Of Power, no mesmo ano em que marcaram discos como Fear Of The Dark (Iron Maiden), Contdown To Extinction (Megadeth), Sound Of White Noise (Anthrax), The Art Of Rebellion (Suicidal Tendencies), War Of Words (Fight), No More Tears (Ozzy Osbourne), entre outros.
O mundo musical foi tomado pelo Grunge, fazendo com que bandas de Metal sumissem um pouco de cena. Mas o Pantera, formado por Phil Anselmo (vocal), Dimebag Darrell (guitarra), seu irmão Vinnie Paul (bateria) e Rex Brown (baixo), não estavam ligando pela explosão que o Grunge estava fazendo.
Voltando ao álbum, Mouth For War já vem chegando com tudo, provando que o sucesso do álbum anterior fazia efeito. Pegada precisa do Vinnie, com os solos do Dimebag, mais o baixo do Rex e o vocal rasgado de Phil. A New Level segue arrastado e pesado, dando continuidade com Walk, perfeito para os fãs pularem.
Fucking Hostile segue o disco com uma pegada punk hardcore de quebrar tudo, terminando com um grito de Anselmo. A balada This Love mantém a mesma fórmula do Cemitery Gates, do antecessor. Calma no começo, pesada no meio, emendada com um solo de Darrell. A partir daí que o solo acaba, Rise acelera com o passar do tempo. Uma música com um refrão que dá vontade de rasgar seu gogó.
Outros destaques ficam para No Good (Attack The Radical), Live In A Hole, Regular People (Conceit) e By Demons Be Driven, sendo que a última com Vinnie descendo os pés nos bumbos. Hollow finaliza a bolachinha, de forma melancólica e pesada.
Tracklist:
1-Mouth For War
2-A New Level
3-Walk
4-Fucking Hostile
5-This Love
6-Rise
7-no Good (Attack The Radical)
8-Live In A hole
9-Regular People (Conceit)
10-By Demons Be Driven
11-Hollow
Outras resenhas de Vulgar Display of Power - Pantera
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A melhor música do Rainbow de todos os tempos, segundo Ritchie Blackmore
5 clássicos do rock cujas letras envelheceram mal
A única banda de metal que Paulo Ricardo realmente curte: "Muito bons músicos"
A opinião do lendário Ronnie James Dio sobre o AC/DC
O hit que Gene Simmons considera o auge do hard rock: "Não existe nada melhor"
Oasis vai lançar um novo álbum após a reunião? Liam Gallagher responde em rede social
Saxon anuncia título do novo álbum, que sai em janeiro de 2027
Mantas e Abaddon não descartam novas músicas após shows de reunião
O álbum dos anos 70 que Axl Rose colocou entre os maiores da história do rock
Doro Pesch já ficou apaixonada por James Hetfield, do Metallica
Rolling Stones igualam marca histórica dos Beatles com "Foreign Tongues"
O pior disco do Scorpions, segundo a Classic Rock
A limitação do Slayer e Exodus que James Hetfield não quis seguir no Metallica
A banda de metal que Dave Grohl defenderia até a morte
Rush deve ser a próxima banda a confirmar temporada no The Sphere
King Diamond: Alguém já o viu sem a maquiagem?
Ozzy Osbourne: os conselhos do Madman sobre masturbação
Segundo James Hetfield, Metallica, Lars Ulrich tocava horrivelmente mal, mas era rico
Pantera: A capa que define a sonoridade de uma banda
Pantera: A exibição vulgar do poder
5 músicas de metal que é impossível não reconhecer nos primeiros 3 segundos
Accept lança versão de "Balls to the Wall" com Rob Halford, Matthias Jabs e Rex Brown
Os 11 maiores solos com pedal wah da história do rock e metal, segundo a Loudwire
Os guitarristas mais influentes para Jonathan Donais (Anthrax, Shadows Fall)
10 músicas de metal internacional que estão na memória afetiva do brasileiro



