Beast: Mais um dos que investem no Thrash Metal dos anos 80
Resenha - Of Beer and Blood - Beast
Por Marcos Garcia
Postado em 30 de janeiro de 2012
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Quando se fala na idade do Heavy Metal, poucas pessoas possuem a visão que o estilo já está na casa dos 40 anos de idade, mas este ‘tiozão’ ainda tem muita lenha para queimar, e nunca se deve desprezar a carga histórico-cultural da qual o Metal está revestido. Chega a ser quase pecaminoso alguém não olhar para trás e conhecer a longa história do estilo e suas vicissitudes, já que cada período de dez anos do Metal tem sua própria forma e características bem definidas, e isso é visto no número absurdo de bandas que buscam influências em décadas já distantes no passado, o que gera polêmicas, louvores e apupos aqui e fora do Brasil. E o BEAST é mais uma boa banda que faz referência à época, e que nos chega com seu primeiro EP, ‘Of Beer and Blood’.
O BEAST é um quarteto vindo de Madri, Espanha, em que o guitarrista e o baixista são espanhóis, o baterista é francês, e o vocalista/guitarrista é brasileiro, é mais um dos que investe suas forças no Thrash Metal dos anos 80 mais de raiz, de por volta de 84-85, em um molde que mixa as escolas europeia (que é mais bruta) e norte-americana (mais melodiosa), ou seja, temos uma sonoridade Thrasher bem feita e com certa melodia, mas a agressividade sonora característica do Thrash da época é absurdamente abusiva.
Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A produção visual é bem simples e despojada, marca das bandas de início (ou alguém acredita que todas as capas da época eram bem caprichadas?), e no que tange a sonora, bem, a sonorização deixou um pouco a desejar, pois apesar de simples, está um pouco oca no que tange a bateria.
A seis faixas do EP são bem equilibradas entre si. Em ‘Beer and Blood’, a faixa de abertura, vemos aquela velocidade moderada dos 80’s, com um ótimo trabalho das duas guitarras e vocais bem ‘schmierianos’, e ‘Beware’ segue a mesma linha, e novamente as guitarras se destacam. Já em ‘Atomic Nightmare’, faixa mais longa e trabalhada do EP, temos um belo dedilhado de guitarras na abertura, para depois vir uma faixa de andamento mais lento que as anteriores, bem trabalhada e com ótimos backing vocals. ‘Thrill Killer’ já traz um andamento bem empolgante e a cozinha faz um trabalho muito legal, compactando bem a música. E em ‘Dawn of Pripyat part 1’ e ‘Dawn of Pripyat part 2’, temos duas instrumentais bem interessantes e curtas, o que evita aquele cansaço no ouvinte, sendo a primeira só em violões, e a segunda é mais voltada ao peso, com um autêntico show de baixo e bateria.
A banda é muito boa e promissora, mas é necessário um pouco de ensaio, porque há momentos em que a zaga e o meio de campo, ou seja, a base rítmica baixo/bateria e guitarras acabam se desencontrando, mas nada que altere o valor do produto final, e recomendo a todo banger viciado em Metal agressivo.
Tracklist:
01. Of Beer and Blood
02. Beware
03. Atomic Nightmare
04. Thrill Killer
05. Dawn of Pripyat part 1
06. Dawn of Pripyat part 2
Formação:
Matheus Gomes – Vocal e guitarras
Iván Rodas – Guitarras
Dani Pacheco – Baixo
Jean Tricoire – Bateria
Contatos:
http://www.myspace.com/beasthrash
http://www.facebook.com/Beast.thrash
http://www.reverbnation.com/beasthrash
[email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda que Axl Rose achou melhor o Guns N' Roses não tentar imitar
As três melhores músicas do Megadeth segundo Dave Mustaine
Regis Tadeu explica por que "A Matter of Life And Death" do Iron Maiden é gospel
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant acha difícil cantar até hoje
O clássico do Genesis que Phil Collins não quis mais cantar por não entender a letra
A banda dos anos 90 que Geddy Lee acredita que terá músicas lembradas para sempre
O disco "esquecido" do Black Sabbath que Bruno Sutter considera maravilhoso
Nightwish segue sem previsão de volta, revela Floor Jansen
Os dois Titãs que realmente faziam a diferença, segundo o empresário Manoel Poladian
Paul McCartney elege os 3 maiores bateristas do rock de todos os tempos
"Crucificados Pelo Sistema", disco icônico do punk nacional, é relançado com bônus
O conselho de Bruce Dickinson que ajudou Dave Mustaine na luta contra o câncer
Prestes a completar 80 anos, baterista Chris Slade (AC/DC, The Firm) anuncia aposentadoria
O conselho de fundador da Nuclear Blast que fez o Sepultura voltar às raízes
Richie Faulkner (Judas Priest) lembra período em que tocou com Lauren Harris
Led Zeppelin e a bateria que ninguém acreditava que um ser humano conseguiria tocar
A façanha mercadológica que Legião Urbana conseguiu emplacar, segundo Lobão
A banda de rock que Xuxa adorava: "Ela pedia pessoalmente para a Marlene Mattos levar"


Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão
