Havok: Potencial para se tornarem referência do Thrash
Resenha - Burn - Havok
Por Junior Frascá
Postado em 15 de janeiro de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Álbuns de estréia as vezes são complicados, pois a banda, por ainda não ser tão conhecida, acaba tendo poucos recursos, e também, por falta de experiência, podem acabar deixando um pouco a desejar. Felizmente esse não foi o caso do HAVOK, que já no seu debut lançou um disco excelente, mostrando um potencial gigantesco para se tornarem referência quando o assunto é thrash metal!
A banda foi formada em 2004, em Denver, Colorado (EUA), seguindo essa nova onda de bandas de thrash metal, e após alguns lançamentos independentes, finalmente assinou contrato com a inglesa Candlelight Records, e colocou no mercado esse excelente "Burn", que pela qualidade parece que estamos diante de veteranos no estilo. Além disso, a gravação do disco é excelente, deixando o som bem na cara, o que realça ainda mais todas as qualidades do som da banda, que não inova, mas apresenta um material digno de respeito.
E realmente os caras mostraram que conhecem a fundo o estilo, pois seu som mescla com muita qualidade o lado mais "old school" do thrash com sua faceta mais atual, além de incorporar elementos tanto da escola alemã, como da escola americana. Para se ter uma idéia, imaginem uma junção entre EXODUS e DESTRUCTION, para se ter uma idéia do qual letal é o som destes americanos, com bateria técnica e precisa (o que faz toda diferença no som), baixo cheio de groove e peso, e riffs e mais riffs agressivos e melodiosos que são o carro chefe da banda.
O disco no todo é nivelado por cima, sendo todas as faixas muito legais e feitas para bangear, mas não há como não destacar as faixas "The Root of Evil", que possui riffs e melodias incríveis, e é daquelas canções que você, após ouvir a primeira vez, já fica grudada na mente; "To Hell", pesada e com algumas influências de MOTORHEAD e BLACK LABEL SOCIETY bem interessantes; e "Afterburner", com riffs e cozinha rápidos, e linhas vocais no melhor estilo DESTRUCTION.
Você gosta dessa nova safra de bandas de thrash metal que tem surgido, capitaneada por VIOLATOR, MUNICIPAL WASTE, EVILE e GAMA BOMB? Pois eis aqui uma das melhores! Não deixe de conferir o HAVOK, pois se você é fã de thrash, com certeza virará fã dos caras, que lançaram recentemente seu novo trabalho, "Time is Up" (Resenha: https://whiplash.net/materias/cds/131835-havok.html), outra prova de que vieram com tudo para conquistar o underground metálico.
Time is Up
(2009 – Candlelight Records - Importado)
1. Wreckquiem
2. The Root of Evil
3. The Path to Nowhere
4. Morbid Symmetry
5. Identity Theft
6. The Disease
7. Scabs of Trust
8. Ivory Tower
9. To Hell
10. Category of the Dead
11. Melting the Mountain
12. Afterburner
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Deep Purple compartilha fotos de reencontro com Ritchie Blackmore
5 bandas clássicas do prog rock que não têm mais nenhum membro original
Veja Ritchie Blackmore tocando "Smoke on the Water" com o Deep Purple após 33 anos
O músico com quem Eric Clapton subiu várias vezes ao palco, apesar de serem "incompatíveis"
Summer Breeze confirma primeiras 63 atrações para 2027
Ritchie Blackmore sobre o Deep Purple: "Nunca senti que fosse algo extraordinário."
Membro dos Ramones (quase) teve um caso com a atriz Julia Roberts, segundo livro
Edu Falaschi reúne convidados nacionais e internacionais em superprodução em São Paulo
A música do Rainbow que Ritchie Blackmore adorava, mas não conseguia tocar ao vivo
Joey Vera conta como foi ser o baixista dos primeiros shows da reunião do Mercyful Fate
A banda que se preparava para dominar os anos oitenta, mas a tragédia chegou antes
Fãs criticam suposto uso de inteligência artificial em novo clipe do Mastodon
O músico que Paul McCartney nunca quis nos Beatles: "Um pedido bastante simples"
O disco que mudou a visão de Caetano Veloso sobre o rock brasileiro nos anos 80
Bruce Dickinson elege o melhor cantor de Rock da história; Não é Freddie, Dio ou Gillan
Methânia: Maria Bethânia ficou chocada ao saber que existia versão Metal de suas músicas



O melhor solo da história do thrash metal, segundo guitarrista do Machine Head



