Claustrofobia: metal brazuca da melhor qualidade

Resenha - Peste - Claustrofobia

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Por Junior Frascá
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Cá estamos nós, já no final de 2011, e eis que agora, chega ao mercado brasileiro o tão aguardado novo disco dos paulistas do CLAUSTROFOBIA, que vem carregado de expectativa por parte dos fãs, principalmente após o lançamento de “I See Red”, de 2009, um dos melhores discos da carreira da banda.
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Mantendo intacta sua formação há um longo tempo, com Marcus D´Ángelo (voz e guitarra), Alexandre De Orio (guitarra), Daniel Bonfogo (baixo) e Caio D´Angelo (bateria), a banda se mostra mais afiada do que nunca, com seu thrash/death metal descomunal, aliando peso, agressividade e técnica com grande competência. E este trabalho tem como diferencial o fato de que todas as músicas são cantadas em nossa língua pátria, para que qualquer ouvinte possa entender com clareza toda a fúria emanada pelo CLAUSTROFOBIA.

E em “Peste” a banda esta mais técnica do que nunca, e também muito agressiva, com vários elementos de death metal, mas sem deixar de lado suas raízes do thrash metal, e incluindo algumas influências de música brasileira em suas canções, como na instrumental “Nota 6.66”, que conta com a participação do Batuque de Corda, em um verdadeiro “sambinha metálico”, e que, por incrível que pareça, ficou bem pesada.

O disco todo é excelente, transbordando ódio e fúria em todas as composições, valendo citar como destaques as pesadíssimas “Peste” (uma tremenda quebradeira), “Metal Malóka” (termo sempre usado pela banda para definir sua sonoridade, e que deu título a uma canção excelente, com riffs e levadas insanas), “Bastardos do Brasil” (com uma letra bem ácida, criticando nossa sociedade e aquilo que “abunda” em nossos domingos televisivos), “Pino de Granada” (mais cadenciada e thrash, e com riffs matadores) e “Vida de Mentira” (a mais groove do trabalho).

Além disso, o material foi lançado em um belíssimo digipack, e como uma arte gráfica excelente, feita por Alex Spike, além de contar com uma produção impecável, realizada pelo grande Ciero, no Da Tribo Estúdio, deixando o som bem na cara, cru e sem muitas frescuras, dando aquela impressão de gravação ao vivo, que transmite ainda mais brutalidade ao som a banda.

Como dito pela própria banda na faixa título, “pior que febre, CLAUSTROFOBIA é peste”, e continuam espalhando seu “metal malóka” pelo Brasil e pelo mundo, mantendo-se entre as melhores bandas de nosso underground. Por isso, não tenha receios, isto aqui é metal brazuca da melhor qualidade. Confira já!

Peste - Claustrofobia
(2011 – Sangre - Nacional)

Track listing:

1. Peste
2. Metal Malóka
3. Bastardos do Brasil
4. Nota 6.66
5. Pinu da Granada
6. Alegoria do Sangue
7. Bicho Humano
8. Vida de Mentira
9. Caosfera
10. Viva

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Sobre Junior Frascá

Junior Frascá, casado, é advogado, e apaixonado por heavy metal em todas as suas vertentes (em especial thrash, stoner, doom e power metal) desde seus 15 anos. Também é fã de filmes de terror e séries americanas, faz parte da equipe da revista digital Hell Divine e do site My Guitar, e é guitarrista da banda de metal tradicional MUD LAKE.

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