Claustrofobia: Chegando ao topo do metal nacional
Resenha - Peste - Claustrofobia
Por Pedro Humangous
Postado em 03 de junho de 2012
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Pareceu uma eternidade a espera entre o disco anterior "I See Red" para esse lançamento de inéditas da banda Claustrofobia, que apresenta um disco todo cantado em português, intitulado de "Peste". É inegável o talento desses caras e a ascensão obtida nos últimos anos, chegando ao topo do metal nacional. Muitos puritanos ainda torcem o nariz quando se fala em metal cantado em nossa língua. Mas não há do que reclamar do que ouvimos nesse disco. As letras encaixam perfeitamente com o instrumental, passando a mensagem ao ouvinte com toda fúria possível.
Claustrofobia - Mais Novidades
Não é brincadeira o que sai dos alto-falantes quando se coloca esse álbum pra tocar. É extremamente brutal e bem trabalhado.
O Thrash/Death característico da banda continua afiadíssimo, com todos os instrumentos se destacando entre si. Uma faixa que dividirá opiniões é a "Nota 6,66" – uma verdadeira escola de samba metal. O resultado é bastante interessante, mas acaba ficando um pouco enjoativa no final.
A primeira faixa, que leva o mesmo nome do disco, tem um início muito parecido com a música "War Stomp" do disco anterior. O álbum é sensacional do início ao fim, empolgante e nervoso! A arte da capa, a princípio, parece simples, mas é muito bacana e bem elaborada.
O Claustrofobia não precisa provar mais nada a ninguém, definitivamente merecem um lugar de destaque entre os grandes do Brasil e do mundo. Estamos diante um clássico da modernidade do nosso metal nacional. Um discaço, que dá orgulho de ver e ouvir!
Outras resenhas de Peste - Claustrofobia
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
O melhor compositor de rock de todos os tempos, segundo Elton John
Como está sendo a adaptação de Simon Dawson ao Iron Maiden, de acordo com Steve Harris
O melhor álbum conceitual da história do metal progressivo, segundo o Loudwire
Por que não há músicas de Bruce Dickinson em "Somewhere in Time", segundo Steve Harris
Baterista Jay Weinberg deixa o Suicidal Tendencies
Playlist - Uma música de heavy metal para cada ano, de 2000 a 2025
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
A canção pop com "virada de bateria" que Ozzy Osbourne achava o máximo da história da música
Alchemia - morre o tecladista Wally D'Alessandro
Os clássicos do rock que estão entre as músicas preferidas de Carlo Ancelotti
O baixista que, para Geddy Lee, está acima de Paul McCartney - e que o próprio Paul não nega
A banda que mistura Black Sabbath com afrobeat que não sai do ouvido de André Barcinski
O legado do Iron Maiden, nas palavras do baixista e fundador Steve Harris
Foo Fighters realiza primeiro show de 2026; confira setlist e vídeos
O cantor tão bom que Eric Clapton ficou com vergonha e não cantou sua própria música
A resposta de Renato Russo quando tentavam diminuir o Barão Vermelho, segundo Frejat
O dia que Jimmy Page quase estragou o solo de "Aqualung" - clássico do Jethro Tull


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: "72 Seasons" é tão empolgante quanto uma partida de beach tennis



