Running Wild: O registro do último show da carreira
Resenha - Final Jolly Roger - Running Wild
Por Ricardo Seelig
Postado em 18 de dezembro de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Formada em 1976 em Hamburgo, o Running Wild é uma das bandas mais emblemáticas do heavy metal alemão. Liderado pelo carismático Rolf Kasparek – mais conhecido como Rock'n Rolf -, o grupo ajudou a definir as características do power metal como gênero, com suas composições repletas de melodias e velocidade. Além disso, ao explorar a temática pirata em suas letras, encontrou uma identidade única, que tornou ainda mais forte os laços entre a banda e seus fãs.
"Final Jolly Roger" é o registro do último show da carreira do Running Wild, ocorrido em 30 de julho de 2009 no festival alemão Wacken Open Air. O título chega ao mercado brasileiro em DVD simples e CD duplo, em um lançamento da Hellion Records.
Uma apresentação assim, anunciada com antecedência para os fãs como sendo o derradeiro show do grupo, é claro que seria antológica. As imagens do DVD transmitem isso, com a banda tocando com garra e uma emoção palpável. Vestindo os tradicionais figurinos vikings, Rolf e sua turma honram a sua história no palco do maior festival de heavy metal do planeta. A qualidade de som e imagem é excelente, como em todos os registros gravados no WOA. Isso, somado ao fato de o público ter consciência de que está assistindo a banda pela última vez, faz com que o show seja muito especial.
O CD contém o show na íntegra, dividido em dois discos. Para quem, como eu, viveu a década de oitenta, época onde os álbuns duplos ao vivo tinham status de itens meio mágicos, desejados com ansiedade pelos fãs, esse é um disco que faz juz a essa tradição. É claro que o tracklist, com 17 músicas, não agradará a todos, mas isso também é um fato comum em lançamentos assim. Faltam faixas de álbuns mais recentes, alguns clássicos foram deixados de lado, mas tudo isso é um fato menor em um item que já nasceu clássico.
Excelente, "Final Jolly Roger" seria um fechamento perfeito para a carreira do Running Wild. Mas não é, e a razão é simples: a banda anunciou o seu retorno, e já está em estúdio gravando o novo trabalho, que se chamará, a princípio, "Shadowmaker". Uma ótima notícia para quem é fã do grupo, e "Final Jolly Roger" é a trilha perfeita para aguardar esse retorno.
CD 1
Intro
Port Royal
Bad to the Bone
Riding the Storm
Soulless
Prisoner of Our Time
Black Hand Inn
Gates of Purgatory
Battle of Waterloo
Der Kaltverformer
Raging Fire
CD 2
Whirlwind
Tortuga Bay
Branded and Exiled
Raise Your Fist
Conquistadores
Under Jolly Roger
Outras resenhas de Final Jolly Roger - Running Wild
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Capital Inicial cancela shows nos Estados Unidos após vistos negados
Rush é parado na fronteira dos Estados Unidos com o México e precisa adiar show
20 bandas que nunca lançaram um disco ruim, de acordo com a Metal Hammer
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
Ripper Owens: "Há uma razão pro Iron Maiden tocar pra 20 mil e o Judas pra 5 mil"
Rhapsody se despedirá com formação clássica ao lado do Epica na América do Sul
O que torna o Slayer diferente, na opinião de Dave Mustaine
Os dois clássicos do Judas Priest que Ripper Owens não queria cantar no Masters of Voices
Dave Lombardo conta que "névoa mental" o fez usar anotações nos shows
O show em que o Iron Maiden tocou Van Halen, de acordo com Adrian Smith
A grande omissão do Rock and Roll Hall of Fame segundo Steve Stevens
Steve Harris conta o que Brian May disse sobre o show do Iron Maiden no Rock in Rio I
Para Rob Halford, cantar com o Black Sabbath foi como realizar um sonho
Steve Harris foi único membro do Iron Maiden a receber Paul Di'Anno em show, revela documentarista
A crítica que o Moonspell recebeu por algo que Lacuna Coil e In Flames também fizeram
João Gordo explica por que não chegou a bater em Dado Dolabella em briga histórica
O hábito de Rafael Bittencourt que o fez perder muitos alunos de guitarra
Rita Lee: Ela participou de festinha adulta com o Yes e furtou a cobra de Alice Cooper


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



