Anvil: documentário desperta um turbilhão de emoções
Resenha - Story Of Anvil - Anvil
Por Daniel Miola de Amorim
Postado em 27 de novembro de 2011
Nota: 9 ![]()
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Não adianta reclamar. Se você resolveu tocar heavy metal, saiba que as chances de sua banda engrossar a lista das que não ganham dinheiro com isso são de 90%, no mínimo. É tudo movido à paixão. Ingrediente que há 30 anos serve de combustível para os amigos Robb Reiner (baterista) e Steve "Lips" Kudlow (guitarrista e vocalista) manter o Anvil em atividade, amigos que "aos 14 anos fizeram um pacto de tocar rock para sempre". A banda correu o mundo e dividiu o palco com estrelas do metal mundial, mas nunca chegaram de fato a acontecer, tendo que manter empregos paralelos para poderem sobreviver.
Lançado em 2009, finalmente é editado no Brasil, em um esforço conjunto da Die Hard, Voice Music, Rock Brigade e Rock Machine, com legendas e alguns bônus, como uma entrevista com Lars Ulrich (Metallica) e alguns vídeos de má qualidade. O documentário é enxuto e conciso. O diretor teve muita sensibilidade, conseguindo um retrato fiel das agruras que muita banda passa para se manter na ativa. Apesar do Anvil ser o protagonista, a história se encaixa perfeitamente na vida de uma quantidade enorme de bandas que teimam em trilhar os caminhos tortuosos do heavy metal. Em pouco mais de 70 minutos, tive sensações díspares como alegria e tristeza.
Não há muita coisa a dizer. Apenas penso que, por ser a história do Anvil, ficou faltando abordar as experiências pelas quais a banda passou nos anos 80, que são praticamente ignoradas, dando ênfase no momento atual da banda (o que talvez até seja a cereja do bolo deste documentário). No mais, digo que me senti envergonhado por conhecer tão pouco o Anvil, e que você tem por obrigação assistir a este documentário. Goste ou não da banda.
Duvido que você fique indiferente diante da expectativa e angústia do Lips em tocar para uma plateia reduzidíssima no festival japonês Loud Park, às 11:35 da manhã, país em que retornam após mais de 20 anos. Só assistindo mesmo, pois não me sinto capaz de transpor para a escrita todo o turbilhão de emoções deste documentário.
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