Frozen Aeon: Garra e energia em doses cavalares
Resenha - Darkness will be Reign Forever - Frozen Aeon
Por Marcos Garcia
Postado em 01 de novembro de 2011
Nota: 8 ![]()
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É muito bom ver e ouvir bandas brasileiras, pois aqui, as dificuldades fomentam de tal forma a cena Metal que, muitas vezes, todas as dificuldades se transformam em garra, energia, que ficam evidentes na sonoridade das mesmas em cada momento. E em se tratando em garra e energia, o trio carioca FROZEN AEON mostram serem especialistas.

Em sua sonoridade, agora auxiliada por uma gravação melhor, a banda mostra que é adepta até os dentes do Death Metal, uma mistura de BENEDICTION, DEICIDE e MASTER, mas que se permite ter nuances de DISMEMBER, CELTIC FROST e ENTOMBED antigos e umas leves pitadas de Thrash, Black Metal e Hardcore em alguns momentos, mas bruto e sem muitas firulas, e esta alquimia explosiva tem por nome 'Darkness Will Be Reign Forever', seu segundo Demo CD, que se mostra superior ao primeiro, 'Kill Them All', já enfocado anteriormente.
A arte gráfica é bem simples, refletindo a ideologia musical da banda, e a produção sonora, como citado acima, está melhor, a ponto de se constatar que a banda pode não ser virtuosa em sua música, mas não lhe falta aquilo que torna uma banda de Metal (especialmente os estilos mais extremos) boa: garra e energia, e em doses cavalares.

O trabalho musical do trio é, uma vez mais, bem homogêneo e musicalmente compacto, o que torna bem difícil destacar esta ou aquela faixa entre as cinco que compõe este trabalho (lembrando que a primeira é uma intro de bateria).
Após a já citada intro, vem ‘Darkness Will Be Reign Forever’, que alterna momentos velozes com outros mais cadenciados, embora o peso esteja presente em cada momento, graças a uma cozinha baixo/bateria bem afiada, permitindo que as bases e solos de guitarra mostrem a que a banda vem. ‘Serpents Manifesto’ já é uma faixa um pouco mais rápida e empolgante, que certamente causará slam dancings violentos nos shows da banda, com vocalizações realmente insanas. Em ‘End of All Religion’, vemos aquelas famosas ‘guitarradas’ à lá SLAYER, em uma canção que começa um pouco mais cadenciada, depois ganha um pouco de velocidade, e depois retorne à cadência, e que leva o ouvinte a balançar sua cabeça quase que involuntariamente. Já ‘Burn All the Churches’ tem uma levada mais Hardcore extremamente convidativa, ao pogo, embora tenha uma parte mais lenta no meio, com ótimas guitarras e vocais. Fechando, temos ‘I Deny the God of Lies’, uma faixa com um clima ‘Death Metal europeu anos 90’, uma vez mais simples e com energia de sobra, onde a bateria se destaca bastante.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Uma vez mais, fica a afirmação que a banda não faz nada de revolucionário em termos de novidade, mas nem por isso é clichê, e merece uma ouvida com muito carinho, especialmente porque, pelo que se anda comentando nos porões do underground carioca, eles estão se preparando para gravar seu primeiro CD.
Recomendo de olhos fechados.
Formação:
Alexy Frozen - Vocals/Bass
Shagharephy - Guitars
Kolossus - Drums

Contatos:
http://www.myspace.com/frozenaeon
http://www.purevolume.com/frozenaeon
http://www.reverbnation.com/frozenaeon

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