Revocation: Esqueça seu "Lulu" e vá ouvir música de verdade
Resenha - Chaos Of Forms - Revocation
Por Caio Marcelo
Postado em 23 de outubro de 2011
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Cansados de bandas como GLÓRIA ou aquelas bandas de Nu Metal que soam simples e muito não-metal? Procurando algo simplesmente complexo, que seja bom de se ouvir e que saia por aí dando lição de moral e chutando as bundas de muitas bandas mais velhas? Então você irá ouvir o disco certo, pois "Chaos Of Forms", da banda REVOCATION - formada em 2006 - é um disco de Thrash Metal e Technical Death Metal da melhor qualidade. Esqueça seu "Lulu" e vá ouvir música de verdade.
Eles têm tudo para serem considerados excelentes: capas extravagantes, letras sinistras, cabelões, habilidade e principalmente um logo ilegível. Ok, essa parte foi brincadeira - mas claro que conta, afinal, quanto mais ilegível, mas true se é! -, porém o resto é verdade. A banda esbanja habilidade, como podemos ver na faixa "Cradle Robber". A faixa de abertura, "Cretin", também já demonstra bastante toda a qualidade. O vocal é rasgado e rápido, que lembra de relacente SODOM e outras bandas do estilo.
A banda também é bem variada. Quer algo mais simples? Então ouça "Harlot". Não é uma obra prima, mas já está boa, com seus curtos dois minutos e cinquenta, além de uns quebradinhos. O refrão é caótico, como a maioria do disco.
"Conjuring the Cataclysm" tem partes épicas que nos lembram Power Metal, mas com as tradicionais baterias do Death Metal e os vocais rasgados e não muito extensos, e o mesmo também é lembrado na música "No Funeral", sendo essa um pouco melhor, em minha opinião.
Sendo a faixa-título representada por Chaos, a música combina bem com o nome. Riffs complexos, baterias rápidas e desintegrantes, além de um ritmo lento e rasgado perturbador, que invade a mente do ouvinte, rasgando-lhe o cérebro.
"Dethroned", uma das últimas faixas, é sem sombra de dúvidas uma das melhores também. Sua bateria em constante atrito contra os dedilhados rápidos da guitarra dá um efeito impressionante, além de ter passagens excelentes, nem sempre rápidas, mas sim profundas. Claro, há muita velocidade presente também.
Este é um dos CDs que mostra toda a habilidade de uma banda que se tiver apóio, com toda certeza poderá se tornar uma das clássicas do Metal, em um futuro não muito distante.
Set-List:
1. Cretin - 03:03
2. Cradle Robber - 04:25
3. Harlot - 02:51
4. Dissolution Ritual - 04:37
5. Conjuring the Cataclysm - 04:34
6. No Funeral - 03:55
7. Fractal Entity - 01:43
8. Chaos of Forms - 04:30
9. The Watchers - 04:12
10. Beloved Horrifier - 04:09
11. Dethroned - 04:57
12. Reprogrammed - 04:03
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Registro do último show de Mike Portnoy antes da saída do Dream Theater será lançado em março
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
"Morbid Angel é mais progressivo que Dream Theater", diz baixista do Amorphis
Alter Bridge, um novo recomeço
25 bandas de rock dos anos 1980 que poderiam ter sido maiores, segundo o Loudwire
A banda que faz Lars Ulrich se sentir como um adolescente
O riff definitivo do hard rock, na opinião de Lars Ulrich, baterista do Metallica
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Por que David Gilmour é ótimo patrão e Roger Waters é péssimo, segundo ex-músico
O critério do Angra para substituir Andre Matos por Edu Falaschi, segundo Rafael Bittencourt
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
O clássico do heavy metal que motivou Luis Mariutti a ser baixista
O guitarrista que Dave Grohl colocou acima de Jimi Hendrix, e que Brian May exaltou
Bangers Open Air anuncia 5 atrações para Pré-Party exclusiva em abril de 2026
Os três gigantes do rock que Eddie Van Halen nunca ouviu; preferia "o som do motor" do carro
As bandas que mais influenciaram o U2 das antigas, segundo The Edge
O comportamento em comum de James Hetfield e Bruce Dickinson que irrita alguns fãs


Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Sgt. Peppers: O mais importante disco da história?
Iron Maiden: O Sétimo Filho do Sétimo Filho



