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Symphony X: Todas as faixas são agressivas e poderosas

Resenha - Iconoclast - Symphony X

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Por Victor de Andrade Lopes
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"Iconoclast", oitavo álbum do grupo norte-americano de metal progressivo/neoclássico SYMPHONY X, é lançado em meio a uma turnê mundial da banda, que passou pelo Brasil há poucos dias. O primeiro disco do grupo na renomada gravadora Nuclear Blast dá continuidade à pegada mais agressiva que ele vem demonstrando desde o álbum anterior, "Paradise Lost". Todas as faixas são agressivas e poderosas.

Como o vocalista RUSSELL ALLEN já havia mencionado anteriormente, o álbum apresenta um tema que combina todas as suas faixas: a dominação do mundo pelas máquinas e o problema da tecnologia a que estamos submetendo nossa sociedade. Isso contribui para que a musicalidade de "Iconoclast" seja mais sombria que a dos álbuns anteriores.

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O resultado da produção foi um álbum agressivo, técnico e "dark". Talvez tenha pecado por ser um tanto repetitivo, mas é um grande lançamento. Todos os membros da banda aproveitaram a chance para mostrar porque o SYMPHONY X é um dos grupos de metal mais reverenciados atualmente. Destaque para as faixas "Iconoclast", a mais longa do disco; "Bastards of the Machine" e "Prometheus (I Am Alive)", bem pesadas; e "When All Is Lost", que lembra a fase antiga do grupo.

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O álbum é sem dúvida um dos melhores do SYMPHONY X. Sobrou dedicação e preocupação à produção e à composição. As músicas podem ser até repetitivas, mas todas trazem aquilo de que a banda é feita: peso, técnica e qualidade.

Abaixo, a faixa "Prometheus (I Am Alive)", uma das melhores do disco:

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1. Iconoclast
2. The End of Innocence
3. Dehumanized
4. Bastards of the Machine
5. Heretic
6. Children of a Faceless God
7. Electric Messiah
8. Prometheus (I am Alive)
9. When All Is Lost


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Sobre Victor de Andrade Lopes

Victor de Andrade Lopes é jornalista (Mtb 77507/SP) formado pela PUC-SP com extensões em Introdução à História da Música e Arte Como Interpretação do Brasil, ambas pela FESPSP, e estudante de Sistemas para Internet na FATEC de Carapicuíba, onde mora. É também membro do Grupo de Usuários Wikimedia no Brasil e responsável pelo blog Sinfonia de Ideias. Apaixonado por livros, ciências, cultura pop, games, viagens, ufologia, e, é claro, música: rock, metal, pop, dance, folk, erudito e todos os derivados e misturas. Toca piano e teclado nas horas livres.

Mais matérias de Victor de Andrade Lopes no Whiplash.Net.