Cease of Breeding: Brutalidade extrema vinda da Grécia
Resenha - Sounds of Disembowelment - Cease of Breeding
Por Christiano K.O.D.A.
Fonte: Som Extremo
Postado em 12 de junho de 2011
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Ah, a Grécia. É de lá que vem essa brutalidade extrema chamada Cease of Breeding. Para quem não sabe, ela é conhecida, entre outros motivos, por ter em sua formação o baterista Jan Benkwitz. Ah, não sabe quem é o moço? Bom... nesse caso, se você for um usuário do You Tube, viciado em bateristas extremos, na certa já viu algum vídeo do cara, que usa o pseudônimo Blastphemer. Agora facilitou, né? Enfim, lá no final, confiram o canal do cara.

Por aí, você já tem uma leve noção do que o aguarda nesse "Sounds of Disembowelment". O que posso dizer é que as partes brutais são realmente brutais, no nível do Putridity (ver resenha neste link), embora o C.o.B. fique na velocidade extrema "só" uns 80% do tempo. Sim, isso aqui é de rachar a cabeça, meu amigo. Brutal technical death metal até dizer chega!
Hora de falar de algumas músicas do CD, que já abre com a mais poderosa canção - "Death to All and All to Death" - uma porrada na cara que te leva para a UTI. Sem mais comentários, um absurdo! E o baixo tem sua devida importância, como se pode constatar em "Nailed", além das paradinhas de bateria que dão um toque ainda mais técnico à composição. "5.2 Litres of Blood" é muito bem trabalhada, e sempre mantendo a violência característica do disco. Outra grande música é "Expanding the Massacre", cujas guitarras lembram algo do Cannibal Corpse. E o final tem uma levada muito boa.
A faixa seguinte – "Semen Excorism" - é daquelas das mais agressivas e sem descanso também. E os bumbos do baterista brilham, como de praxe. No restante, a produção do álbum é 100%. Outros destaques: riffs velozes, um vocal que parece um porco agonizando e claro, o baterista que não sabe brincar. A capa é meio sem gracinha, primitiva e previsível dentro desse meio que é o do death metal, mas aqui o que fala mais alto é a música, correto? Nesse caso, deixem esse detalhe de lado.
A Cease of Breeding mostra que o brutal technical death metal também é coisa de grego. Disco altamente recomendado.
Canal de Blastphemer:
http://www.youtube.com/blastphemer
TRACKLIST:
1. Death to All and All to Death
2. Proud to Be a Mass Murderer
3. Nailed
4. 5.2 Litres of Blood
5. Sounds of Disembowelment
6. Expanding the Massacre
7. Semen Excorism
8. The Sight of Hanged Men Makes My Day
http://www.myspace.com/ceaseofbreeding
Cease of Breeding – Sounds of Disembowelment
Amputated Veins Records - 2010 - Grécia
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A canção que tem dois dos maiores solos de guitarra de todos os tempos, conforme Tom Morello
Dave Mustaine revela que última conversa com James Hetfield terminou mal
Prefeito de SP quer trazer U2, Rolling Stones ou Foo Fighters para show gratuito
Os três guitarristas brasileiros que John Petrucci do Dream Theater gosta bastante
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A canção lançada três vezes nos anos oitenta, e que emplacou nas paradas em todas elas
Dream Theater faz o seu primeiro show em 2026; confira setlist
O megahit do Capital Inicial que, analisando bem a letra, não faz tanto sentido
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
Saxon finaliza novo álbum e Biff Byford fala sobre luta contra o câncer
A lenda do metal que é arrogante, mala e antiprofissional, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine insinua que ex-integrantes não participarão de shows da última tour do Megadeth
A frase surpreendente de Lars Ulrich ao vocalista do Lamb of God no último show do Sabbath
Slash promete que novo álbum do Guns N' Roses só terá material inédito
A canção de álbum clássico do Guns N' Roses que Slash acha "leve demais"
As 11 letras que Renato Russo escreveu antes da Legião Urbana que nunca foram lançadas
Rick Wakeman sobre Jon Lord: "Se aquilo não é progressivo, não sei o que é"


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



