Kiske/Somerville: review do álbum de estreia da dupla
Resenha - Kiske/Somerville - Kiske/Somerville
Por Lucas Mosca
Postado em 13 de outubro de 2010
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Se algum dia o senhor Michael Kiske confirmar sua volta ao Helloween, eu não iria ficar nem um pouco surpreso. Afinal, desde que esse exímio cantor deixou o grupo alemão de heavy metal melódico, suas participações em bandas e projetos de pop /rock / hard / metal têm sido uma constante. Apesar de Kiske constantemente declarar que sua volta à banda que o lançou ao estrelato nos anos 80 está fora de cogitação, os sinais de que ele está cada vez mais próximo de tomar tal atitude são fortes.
Michael Kiske - Mais Novidades
O álbum auto-intitulado do projeto Kiske/Somerville, é prova cabal disso. O disco, produzido pelo lendário baixista Mat Sinner (Primal Fear) chegou ao mercado no dia 24 de setembro, pouco mais de um mês após a liberação do primeiro single ao público. "Silence", a faixa em questão, novamente provara que a voz do alemão continua em plena forma – ainda mais contrastando com sua parceira. Se você não sabe ou se esqueceu quem é Amanda Somerville, segue a explicação: é uma cantora de música popular norte-americana que já participou de diversos projetos dentro do metal (entre eles: Epica, Edguy, Kamelot, Shaaman, Aina e Avantasia).
As 11 demais faixas do play - incluindo a bônus - mesclam diversas fases da carreira do vocalista. Lembranças de Helloween (álbuns Chameleon e, mais sutilmente, Pink Bubbles Go Ape), Avantasia, Place Vendome e Aina – estas três últimas, principalmente – vêm à mente o tempo todo.
É difícil, e até desnecessário, rotular a música praticada pelo grupo – que conta, além da produção, com as composições de Sinner e Magnus Karlsson. Se você gostou (pelo menos um pouco) dos últimos trabalhos de Kiske, pode correr atrás deste novo disco do vocalista sem medo. Pode apostar, será curtição garantida - ainda mais com a bela voz de Amanda.
Tracklist:
1. Nothing Left To Say (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
2. Silence (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
3. If I Had A Wish (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
4. One Night Burning (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
5. Arise (Sander Gommans & Amanda Somerville)
6. End Of The Road (Mat Sinner &J immy Kresic)
7. Don't Walk Away (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
8. Devil In Her Heart (Mat Sinner & Jimmy Kresic)
9. Rain (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
10. A Thousand Suns (Sander Gommans & Amanda Somerville)
11. Second Chance (Mat Sinner & Magnus Karlsson)
12. Set A Fire - Bonus (Sander Gommans & Amanda Somerville)
Outras resenhas de Kiske/Somerville - Kiske/Somerville
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Zakk Wylde lembra breve período como guitarrista do Guns N' Roses
A banda de metal que Gene Simmons dizia que iria tomar o lugar do Kiss
A canção de dois adolescentes que impediu "Bohemian Rhapsody" de chegar ao topo das paradas
A música que Ian Gillan considera a melhor de sua carreira, acima dos clássicos do Deep Purple
Para Marty Friedman, Nick Menza foi uma das razões para o sucesso do Megadeth
A banda influenciada pelo Iron Maiden que Bruce Dickinson elegeu como sua favorita
A melhor música dos Rolling Stones, segundo a Paste Magazine
Os três álbuns de estúdio que Alice Cooper não lembra de ter gravado
A divergência entre Max Cavalera, Jack Black e Michael Sweet sobre o grunge
Black Label Society faz show histórico em Belo Horizonte e emociona fãs
Aos 78 anos, Tony Iommi (Black Sabbath) reconhece não ter mais condições de realizar turnês
O álbum do Metallica que tem Kirk Hammett como ponto mais fraco, segundo Gastão
O músico do Led Zeppelin que só entrou na banda depois de receber dezenas de telegramas
Como AC/DC e Angus Young ajudaram Dave Mustaine a criar solo de "Holy Wars"
Os 10 melhores álbuns de metal de todos os tempos, segundo Rob Halford do Judas Priest
O disco do Iron Maiden que foi um grande retrocesso, segundo o vocalista Bruce Dickinson
O integrante do Led Zeppelin com quem Robert Plant sempre perdia a paciência
O guitarrista que Jimmy Page admitiu estar fora de seu alcance: "Não consigo tocar"

Michael Kiske: "Hoje eu entendo que precisava ter saído do Helloween"



