Andeavor: ainda soando parecidos com heróis do Progressivo
Resenha - Darkest Tear - Andeavor
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 26 de novembro de 2009
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Com certeza liberar álbuns não parece ser uma prioridade para esta banda norte-americana da Pensilvânia. Formada em 1993, o Andeavor somente estreou com "Once Upon A Time" em 1999, que foi bastante comparado aos trabalhos iniciais do Dream Theater e, em menor grau, ao Fates Warning. O fato é que, depois disso, o conjunto simplesmente sumiu do mapa, tendo alguns de seus músicos posteriormente montado o Mythologic.

E passaram-se 10 anos... Somente agora o Andeavor está retornando, e com a formação quase intacta. Doug Peck (voz e baixo), Steve Matusik (guitarra) e Steven Starvaggi (bateria) – só faltou o tecladista Chris Rodler, que agora cuida da gravadora PMM – estão aproveitando o lançamento de seu novo álbum, "The Darkest Tear", para novamente colocar no mercado seu primeiro trabalho, agora todo remixado.
Mas e quanto à "The Darkest Tear"? A realidade é que estas canções começaram a ser compostas entre 2000 e 2001, mas nunca tiveram a chance de ser decentemente finalizadas. Até agora. O álbum está cheio de melodias complexas e mudanças rítmicas, ou seja, as coisas continuam progressivas. Mas considerando a situação toda, é justo afirmar que as novas composições procuram um caminho diferente do que foi apresentado no passado.
A grande melhoria por aqui está nas linhas vocais de Peck, que apresentam mais gritos e fluem tranquilamente dos tons mais baixos aos mais altos, esbanjando sentimentos com frequencia. Várias canções também apresentam uma aura mais obscura e, entre arranjos suaves e introspectivos ou realmente metálicos, percebe-se certa tentativa em evitar futuras comparações com o Dream Theater. E quase conseguem seu intento.
No contexto global, tudo é bem executado, e faixas como "Far Behind" e, principalmente, "Insomnia", apresentam um trabalho de guitarras muito marcante. Mas, como já bem observaram por aí, o Andeavour ainda soa parecido com os heróis do Progressivo que todos conhecem. E isso pode ser bom ou ruim. Só depende do seu ponto de vista.
Contato: www.myspace.com/andeavor
Formação:
Doug Peck - voz e baixo
Steve Matusik - guitarra
Steven Starvaggi - bateria
Andeavor - The Darkest Tear
(2009 / Progressive Music Management - importado)
01. Under My Breath
02. Far Behind
03. Curse This Storm
04. Chasing The Sun
05. Vague
06. Insomnia
07. Tomorrow
08. Not Alone
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Bruce Dickinson grava novo álbum solo em estúdio de Dave Grohl
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
As 40 melhores músicas lançadas em 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Richie Sambora acusa Jon Bon Jovi de sabotar sua carreira solo para forçá-lo a voltar
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
A última banda de rock nacional que conseguiu influenciar crianças, segundo Jéssica Falchi
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
Motorhead: os 22 álbuns da banda, do pior para o melhor
Ave, Satan!: As dez melhores músicas sobre o Inferno
A frase esotérica deturpada por Raul Seixas que ele fez todo mundo cantar


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



