Flower Kings: prog que não soa uns 30 anos atrasado
Resenha - Sum Of No Evil - Flower Kings
Por Carlos Marques
Postado em 08 de março de 2008
"O progressivo sinfônico não morreu!" É isso que se pensa quando se ouve "The Sum of no Evil", o último disco dos suecos do Flower Kings. Aqui vemos um catálogo de arranjos do estilo que fará qualquer fã de Yes ou Genesis dar uma risadinha de reconhecimento.

Se não chega a ser o trabalho mais original do prog contemporâneo, os "reis das flores" não podem ser acusados de meros retrógrados. Com graça e técnica conseguem passar do prog para o jazz e até aproximar-se de algo mais metálico em algumas partes, como em "The Sum of no Reason", dos 74 minutos da versão simples do disco. Essa variedade de estilos dá um sabor de novidade ao som, que poderia soar uns 30 anos atrasado se fosse apenas uma colagem de bandas da década de 70.
O que é claro em todo o disco é o bom gosto da banda. Ser prog sem ser brega é o primeiro desafio de quem quer trilhar a carreira progressiva, e isso os Kings cumprem com uma facilidade não vista em nenhuma outra banda sinfônica da atualidade. Soma-se a isso os excelentes arranjos vocais e as harmonias sempre originais e belas.
As longas canções, marca do gênero, não podiam faltar e aqui vêm em dose quádrupla. Três delas giram em torno dos 13 minutos, com destaque para "One More Time", faixa que abre o disco. Já "Love is the Only Answer" tem 24 minutos e consegue manter-se interessante por todo o tempo, sem parecer simples "encheção de lingüiça".
Em "The Sum of no Evil" os Flower Kings conseguem provar que o progressivo não é um gênero esgotado, mas ainda pode dar bons frutos. Quem não acredita, que ouça...
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Produtor de "Master of Puppets" afirma que nada acontecia no Metallica sem aval de Cliff Burton
Com brasileiros e lendas do rock, Eric Clapton anuncia cast do Crossroads Guitar Festival 2026
Aos 82 anos, Keith Richards conta como dribla limitações para seguir tocando
Angela Gossow rebate Kiko Loureiro: "Triste ler isso de alguém que respeitávamos"
A brincadeira feita durante turnê que custou caro para membros de Anthrax e Slayer
O local caótico que inspirou a criação de um dos maiores clássicos do thrash metal
Alissa White-Gluz reflete sobre ser injustiçada e simbologia do Blue Medusa
A única situação em que Alírio Netto apagaria sua tatuagem do Shaman
Guns N' Roses estreia músicas novas na abertura da turnê mundial; confira setlist
A reação de James Hetfield ao ver Cliff Burton após o acidente que matou o baixista
O disco que define o metal, na opinião de Cristina Scabbia, do Lacuna Coil
O clássico do heavy metal dos anos 2000 que fala sobre um ditador
Steve Morse revela como Ritchie Blackmore reagiu à sua saída do Deep Purple
O mal-entendido entre Titãs e Renato Russo na audição de "Jesus Não tem Dentes"
Veja a estreia da nova formação do Rush durante o Juno Awards 2026
O "Big Four" do "rock de pai" das gerações boomer, X, Y e millennial
Axl Rose: por que ele usava camiseta de Charles Manson, segundo ex-empresário
James Hetfield: com Di'Anno e sem Dickinson, os 20 maiores vocalistas na opinião dele


Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Sgt. Peppers: O mais importante disco da história?



