Resenha - Fight To Survive - Cadela Maldita

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Por Fernando De Santis
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Nota: 7

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Formada em Curitiba no início dos anos 90, a banda Cadela Maldita veio durante esse tempo todo lutando contra imprevistos, problemas de mudança de line-up, distância entre os músicos... mas nunca deixou de tocar em bares e casas noturnas do Sul do Brasil. E depois de muita briga com os imprevistos, colocaram finalmente no mercado o álbum “Fight To Survive”.
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O quarteto composto por André Alves (baixo), Felipe Gomes (bateria), Raul Lima (vocal e guitarra) e Medonho (guitarra), faz um metal misturado com Hardcore... fiquei escutando por um tempo e achei que em muitos momentos, soam bem parecidos com Biohazard, com aqueles refrões e pontes gritadas por várias vozes de caras transtornados. Quando soam mais metal, lembram bastante o consagrado Anthrax. Não resta dúvida que o som dos caras é porrada das boas. Isso pode ser constatado em “Religion’s Brain Washing Machine” e na faixa que vem praticamente colada, “Democracy Feign”. Na faixa-título os músicos acabam flertando mais com o hardcore e acabam agradando bastante. Uma pena a produção do álbum não ser lá essas coisas. O áudio está abafado, a bateria fica destoada, com a caixa em evidência. Isso acaba tirando grande parte do tesão em rodar o disco de ponta a ponta. Mas o quarteto ignora esse tipo de problema com um metal nervoso como na “A.A.A (Against Authorit Abuse)” ou na “Kill the Government”. É protesto em cima de protesto, num som raivoso e com guitarras agressivas.

Uma pena mesmo terem falhado na produção de “Fight To Survive”. Tinha tudo para ser um disco perfeito. Mas só de ouvir esse CD rodando, dá para imaginar as diversas rodas de mosh, nos shows cheios de energia. Aposto um cachorro-quente com duas vinas (vina = salsicha em “curitibanês”) que esse quarteto ao vivo, em cima de um palco, soa muito mais imponente do que no disco.

http://www.cadelamaldita.com

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Sobre Fernando De Santis

Paulistano, nascido em 1979, Fernando De Santis passa grande parte do seu tempo viajando entre São Paulo, Santos e Curitiba. Nas horas de viagens dentro de ônibus ou aviões, costuma ouvir Hard Rock, Heavy Metal e demos de qualquer estilo. Atualmente trabalha como webdesigner para o Estado de São Paulo. Mantém o site "We Burn", dedicado ao Helloween desde 1998, que nunca lhe trouxe nenhum dinheiro, mas rendeu muito amigos.

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