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Resenha - Ragnarok - Tyr

Por Ben Ami Scopinho
Em 14/12/06

Nota: 8

Tyr é o único conjunto de Heavy Metal que vem das ilhas Feroe (território autônomo da Dinamarca, localizado acima do Reino Unido) cuja música tem conseguido ultrapassar as fronteiras de seu pequeno arquipélago. Formado em 1998 e tendo atualmente como membros Heri Joensen (voz e guitarra), Terji Skibenaes (guitarra), Gunnar H. Thomsen (baixo) e Kari Streymoy (bateria), este pessoal já vinha causando certa expectativa desde seu último disco, "Eric The Red" (03), que obteve uma recepção bastante positiva por parte dos headbangers europeus.

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O conceito de "Ragnarok" tem como foco o crepúsculo dos deuses nórdicos e a derradeira batalha em Asgard. Dito isto e somando-se à belíssima concepção gráfica, fica claro que o termo melhor aplicável à proposta do Tyr é o assim chamado Viking Metal. E o quarteto progrediu sensivelmente, com idéias muito boas para as canções, mesmo que as mesmas precisem de certo tempo para que o disco seja devidamente digerido.

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

Os arranjos estão bem mais trabalhados – em especial a parte das guitarras, onde Heri se mostra um quase virtuoso – que seus antecessores, mantendo a distorção sem abrir mão de melodias épicas bem sacadas entrelaçadas a boas doses de doom e elementos folclóricos de seu país. As vocalizações são bem simples e agradáveis, cantadas tanto em inglês quanto em feroense, a língua nativa dos músicos, e o bacana disso tudo é que, no geral, sua música consegue ter algumas características que são imediatamente reconhecíveis como somente suas, ou seja, estão definindo seu próprio estilo.

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Em meio a 11 canções intercaladas com cinco instrumentais bem encaixados, sobressaem-se as lentas e poderosas "The Hammer Of Thor" e principalmente "Brother’s Bane", faixas majestosas com refrãos geniais que remetem diretamente à mitologia viking. Mas quem leva o grande prêmio mesmo é "Wings Of Time", pois apresenta as melhores guitarras de todo o disco e traz ainda uma mescla de cânticos vikings com linhas vocais em inglês, com excelente resultado.

O disco possui ainda inúmeros momentos onde cada ouvinte encontrará o seu preferido, mas tendo como ponto em comum "Grímur Á Midalnesi", que é uma bonita canção popular Feroense composta em 1966, e a própria "Ragnarok", que transborda solenidade, sendo mais progressiva e melancólica em comparação com o restante das faixas.

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Um trabalho muito bem feito e um grande passo adiante. O Tyr é uma banda para se acompanhar no futuro, e quem conhece seus trabalhos anteriores poderá se surpreender positivamente, pelo menos assim que assimilar a idéia de "Ragnarok". Quanto aos leitores quem ainda não tiveram a oportunidade de escutar esta boa banda, suponho que este seja o disco ideal para se iniciar.

Tyr – Ragnarok
(2006 / Napalm Records - importado)

01. The Beginning
02. The Hammer Of Thor
03. Envy
04. Brother’s Bane
05. The Burning
06. The Ride To Hel
07. Torsteins Kvaedi
08. Grímur Á Midalnesi
09. Wings Of Time
10. The Rage Of The Skullgaffer
11. The Hunt
12. Victory
13. Lord Of Lies
14. Gjallarhornid
15. Ragnarok
16. The End

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Homepage: www.tyr.net

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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