Resenha - Loucos Pelo Brilho do Metal - Mutantes e Bizarros

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Por Thiago Coutinho
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Saca aquele rock ‘n roll bem básico, com doses cavalares de blues, vocal curtido a uísque e uma cozinha certeira, com um pouco de Stones e Deep Purple aqui e acolá? Pois o som do Mutantes e Bizarros caminha por aí.
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“Louco Pelo Brilho do Metal” é um CD muitíssimo bem produzido, com músicos conscientes e precisos, letras ácidas e irreverentes. O riff de “Cara Normal”, faixa que abre o álbum, é irresistível, simples e direto, oferecendo-nos a tônica de todo o álbum. “Essa Noite Eu Vou Dar Problema” também merece destaque, assim como o riff que dá introdução à faixa “Funk De Uma Nota Só” — a propósito, não se engane com o título desta faixa, cuja letra fala sobre uma beldade que cruza nosso frívolo caminho quando menos esperamos.

A propósito, no quesito conteúdo lírico, a banda não explora pelejas políticas, críticas sociais e papos congêneres em demasia. Não, aqui o negócio é a simplicidade, nada peculiar ou “cabeça” demais. Mas não confunda simplicidade com palavrões gratuitos. A banda toma o cuidado de ser simples sem soar vulgar. Sabe falar do sexo feminino sem cair na mesmice das pachouchadas ou grosserias tão comuns hoje em dia.

Saque só a discretíssima crítica social que a banda destila em um dos versos de “O Último Inocente”: “A vida faz o homem, o homem faz a grana / e a grana faz a coisa acontecer / Mamãe quando crescer quero ganhar muito dinheiro / e comprar tudo porque ter é poder”.

Em suma, um ótimo álbum, com músicos competentes, fazendo música simples para pessoas simples como eu e você. Como convém a vida, aliás.

Formação:
Flávio Marcondes – guitarra e vocal
Paulo Bressan – baixo e backing vocal
Danie Berbantin – bateria

Contatos: www.mutantesebizarros.com.br
Fone: 9137 4369 — Paulo Bressan

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Sobre Thiago Coutinho

Formado em Jornalismo, 23 anos, fanático por Bruce Dickinson e seus comparsas no Maiden. O heavy metal surgiu na minha vida quando ouvi o vocalista da Donzela de Ferro em "Tears of the Dragon", em meados de 1994. Mas também aprecio a voz de pato bêbado do controverso Dave Mustaine, a simplicidade do Ramones, as melodias intrincadas do Helloween, a belíssima voz de Dio ou os gritos escabrosos de Rob Halford. A Whiplash apareceu em minha vida sem querer, acho que seus criadores são uns loucos amantes de rock e acredito que este seja o melhor site de rock do país, sem qualquer demagogia!

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