Resenha - Kings and Queens - Axel Rudi Pell
Por Rafael Carnovale
Postado em 02 de agosto de 2004
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O guitarrista alemão Axel Rudi Pell conseguiu manter o mesmo "line-up" que gravou seus 2 últimos cd’s, algo muito importante para a constância deste novo cd. Sempre apostando no heavy-rock, com extrema competência, Axel não é totalmente egocêntrico, dando espaço para que os outros membros da banda apareçam em igual proporção, apesar de monopolizar todo o processo de composição.
Axel Rudi Pell - Mais Novidades
Mas algo começa a incomodar neste cd: a repetição. Quem já ouviu os cd’s anteriores de Axel já sabe que o mesmo vem seguindo uma fórmula que, apesar de bem feita, já começa a dar sinais de desgaste. Quer conferir? Observe que o cd inicia com uma música rápida, bem heavy ("Flying High", aonde brilham os vocais de Johnny Gioeli, do Hardline), seguida por uma mais hard ("Cold Heaven", com a bateria sempre precisa de Mike Terrana, uma prostituta musical, visto de maneira bem humorada e sarcástica). Neste momento vamos para uma faixa mais épica ("Strong as a Rock") e a primeira balada do trabalho (a boa "Forever Angel").
Neste momento você pode me perguntar: porra... o cd tá bom pacas..... está sim... mas extremamente previsível e repetitivo. Quem pode negar que agora vem a faixa épica, meio balada meio rock de longa duração ("Legions of Hell") e o hard a lá Scorpions que quebra a monotonia ("Only The Strong Will Survive"). O resto do cd contém boas músicas, como as baladas "Sailing Away" e "Sea of Evil" e a heavy "Take the Crown", mas a audição completa mostra que estamos diante de uma repetição seguida. As músicas são boas, mas esse clima de previsibilidade é um tanto quanto tedioso.
Um bom cd. Mas está na hora de Axel começar a inovar e trazer para sua música mais variações. Ele é um exímo guitarrista e compositor, não precisa ficar se prendendo a mesma fórmula de sempre. Mas ainda assim esse cd se salva. Não garanto o próximo, mas este salvou-se por pouco.
Line Up:
Axel Rudi Pell – Guitarras
Johnny Gioeli – Vocais
Mike Terrana – Bateria
Ferdy Doernberg – Teclados
Volker Krawczak – Baixo
Site Oficial: http://www.axel-rudi-pell.de
Material Cedido Por:
Century Media Brasil
Http://www.centurymedia.com.br
São Paulo (SP)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco em que o Dream Theater decidiu escrever músicas curtas
O gênero musical cujo nome não faz sentido algum, segundo Mikael Åkerfeldt do Opeth
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
Os 11 melhores álbuns conceituais de metal progressivo, segundo a Loudwire
A sumidade do rock nacional que expulsou Lobão de seu álbum solo
O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
Glenn Hughes cancela turnê pela América do Norte devido a problema de saúde
Isa Roddy, ex-vocalista do Dogma, ressignifica balada do Black Sabbath
O guitarrista que custou mil dólares por dia a David Gilmour; "eu queria bater nele"
A banda mais influente do rock progressivo, de acordo com Geddy Lee
Guitarrista do Metal Church responde declarações de ex-vocalista
Os clássicos do rock que estão entre as músicas preferidas de Carlo Ancelotti
"Até quando esse cara vai aguentar?" O veterano que até hoje impressiona James Hetfield
Os 3 veteranos do rock que lançaram álbuns que humilham os atuais, segundo Regis Tadeu
O disco do Black Sabbath que Bruce Dickinson considera um dos melhores de todos os tempos
A música sobre bissexualidade que Nando Reis não canta por causar desconforto
A música que David Gilmour escreveu para o Pink Floyd que ele nunca mais quer ouvir
A resposta de Fernando Deluqui sobre chance de Paulo Ricardo participar do atual RPM

Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: "Load" não é um álbum ruim e crucificável
Black Sabbath: Born Again é um álbum injustiçado?



