Resenha - Rise of Brutality - Hatebreed

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Por Raphael Crespo
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A brutalidade não tem limites para o Hatebreed. Não é por acaso que o novo álbum da banda, lançado no ano passado, mas chegando apenas agora ao Brasil, se chama The rise of brutality (O aumento da brutalidade), que lembra um nocaute de Mike Tyson em seus tempos áureos: rápido, direto e violento.

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Sem a necessidade de extrapolar ao limite do grindcore ou do death metal, os dois estilos de músicas mais extremos dentro do som pesado, a banda americana de New Heaven (Connecticut) - formada por Jamey Jasta (voz), Sean Martin (guitarra), Chris Beattie (baixo) e Matt Byrne (bateria) - dá o tom perfeito de agressividade em suas músicas, numa mistura empolgante de hardcore e heavy metal, em muito influenciada pelo New York Hardcore (NYHC).

A inspiração em bandas de Nova York, inclusive, está explícita nas letras e no encarte do álbum. Straight to your face é dedicada a dois dos principais nomes do NYHC: Agnostic Front e Madball. Já Another Day, Another Vendetta, além da dedicatória, tem ainda trechos da letra do clássico Just look around, do Sick of it All, oura banda seminal da "Big Apple". Além das faixas-homenagem, outra que se destacam bastante são Live for this e Choose or be chosen.

Ultra respeitado no meio do heavy metal, o Hatebreed apareceu para o mundo depois de muito tocar com os grandes nomes do estilo, com aparições no Ozzfest, abrindo para o "Deus" Ozzy Osbourne, e em turnês com bandas como Sepultura, Slayer e Napalm Death.




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Sobre Raphael Crespo

Raphael Crespo é jornalista, carioca, tem 25 anos, e sempre trabalhou na área esportiva, com passagens pelo jornal LANCE! e pelo LANCENET!. Atualmente, é editor de esportes do JB Online, mas seu gosto por heavy metal o levou a colaborar com a seção de musicalidade do site do Jornal do Brasil, com críticas de CDs e algumas matérias especiais, que também estão reunidas em seu blog (http://www.reviews.blogger.com.br). Sua preferência é pelo thrash metal oitentista, mas qualquer coisa em termos de som pesado é só levantar na área que ele mata no peito e chuta. Gosta também de outros tipos de som, como MPB, jazz e blues, mas só se atreve a escrever sobre o que conhece melhor: o metal.

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