Resenha - Mr. Universe - Ian Gillan

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Por Jeferson Alan Barbosa
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Falar de lan Gillan é fazer chover no molhado, pois todos sabemos de sua importancia para o mundo da música.
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Fazendo uma análise rápida sobre os membros que deixaram o Deep Purple, e que tiveram vários trabalhos realizados em suas próprias bandas, notamos que Gillan foi o que teve a carreira menos gloriosa, se comparado ao Rainbow de Ricthie Blackmore e o Whitesnake de David Coverdale, sem comentar as experiéncias de John Lord, Roger Glover, e lan Paice que sempre estiveram envolvidos com outros músicos mas nunca com uma banda própria que viesse a gravar uma sequência de trabalhos.

Mr. Universe é o primeiro CD lançado com a formação clássica da banda, já que anteriormente ao lançamento do mesmo existia a lan Gillan Band que tinha uma proposta mais voltada ao Jazz e o que deixou muitos fãs dele, Gillan, descontentes com os trab.alhos daquela fase.

A formação arrasa quarteirão, deste CD, essa sim! contava com Bernie Tormé , na guitarra e que anos mais tarde trabalharia com Dee Snider no Desperado, Jonh Mccoy no baixo, Colin Towns nos teclados e Mick Underworld na batera, velho amigo de Gillan, desde o Episode Six, sua 1ª banda.

Lançado em 79 trata-se de um ótimo trabalho voltado para o Hard Rock onde nota-se claramente o direcionamento musical adotado por Gillan neste nova fase de sua carreira, fazendo nos lembrar do álbum In Rock do Purple, destacando-se ainda a guitarra matadora de Bernie Tormé , que começava a despontar como um grande guitarrista unindo a classe e a rapidez em uma boa mistura de Hard & Rythm Blues.

Secret of the Dance é pancadaria do começo ao fim, Bernie Tormé está infernal tocando sua Fender, a sintonia entre ele e Colin Towns é perfeita She Tears me Down mostra muita melodia, e o que Gillan sabe fazer com maestria colocando todos seus sentimentos na música.

Roller conta com uma forte marcação de baixo, outra pancada, Gillan continua urrando como um desesperado.

Mr. Universe é mais calma , Bernie por sua vez nos faz em determinados momentos com que deixemos de sentir saudades de Ritchie Blackmore, Gillan por sua vez continua exigindo o máximo de suas cordas vocais e mostrando por que ele é tido até hoje como um dos melhores vocalistas de todos os tempos.
Vengeance é ótima, um refrão forte e marcante, sem dúvida uma das melhores do CD.

Pugget Sound é um tremendo blues, com Bernie tocando slide guitar, dá pl se ter arrepios ouvindo essa música.
Dead of Night também tem forte marcação de baixo, fator característico da banda, Colin Towns parece estar brincando com seu teclado, outra bela música, assim como Message in a Bottle onde Gillan nos faz lembrar de sua interpretação na música Freedom do DEEP PURPLE devido a semelhança de suas acrobacias vocais.

Fighting Man é o momento melódico e poético, uma linda balada para fechar o cd com chave de ouro e coroar esta incrível banda que muitos desconhecem, pois somente os fãs do Purple sabem o que Gillan e seus camaradas aprontaram lá pelos anos 80.

Este cd contém como bônus cinco músicas extraídas de apresentações da banda no Reading Festival nos anos de 80 e 81, e uma versão de Lucille na BBC de Londres.

A competência da banda ao vivo é a mesma, com destaque para a versão de Smoke on the Water que apresenta uma introdução matadora feita por Bernie Tormé.

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Sobre Jeferson Alan Barbosa

Comecei a ouvir Rock aos 12 anos, no inicio dos anos 80, meu primeiro disco foi "PETER FRAMPTON Special" mas foi através do extinto programa "Som Pop" exibido pela TV Cultura que passei a conhecer aquelas que seriam as minhas bandas preferidas, KISS e IRON MAIDEN. Como não tinha dinheiro, a única solução era pedir discos emprestados aos amigos, sendo que os primeiros foram: Fireball e Made In Europe (DEEP PURPLE), Saint n' Sinners (WHITESNAKE), Heaven and Hell (BLACK SABBATH), Iron Maiden (IRON MAIDEN) e Killers (KISS). Possuo um vasto acervo pessoal que incluem fotos, pôsteres e reportagens de muitas bandas, sendo o maior deles o da banda KISS. Assisti a inúmeros shows mas, destaco entre eles como sendo os de maior importância, as duas primeiras edições do Rock in Rio (85 e 91), onde assisti o melhor show da minha vida, o JUDAS PRIEST na tour do disco "Painkiller".

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