Resenha - DC Cooper - DC Cooper
Por Jeferson Alan Barbosa
Postado em 30 de dezembro de 2003
O que aconteceria se juntássemos a classe e a técnica de um dos melhores vocalistas surgidos na década de 90, somada ao peso e técnica dos músicos de uma banda que tem se mantido forte, ativa e muito respeitada dentro do cenário Hard Mundial nos últimos anos ?

Pois é, neste seu primeiro trabalho solo, DC Cooper conseguiu a façanha de gravar um cd primoroso, que agrada tantos os mais radicais como os velhos fãs do Hard-Rock, pois fica claro a tremenda competência desse vocalista nas composição, interpretações, e arranjos por parte da banda, que é nada mais, nada menos o Pink Cream 69.
Sendo fã desse extraordinário vocalista, confesso que aguardei com enorme expectativa ao lançamento deste cd que alcançou a casa das 35.000 cópias vendidas, isso de 98 a 99, fato este que deve ter ferido profundamente o ego do Sr. André Andersen, líder do Royal Hunt, fazendo com que o mesmo despedisse DC injustamente através de um anúncio vinculado via Internet.
A produção deste CD ficou a cargo de Dennis Ward, baixista e produtor do Pink Cream 69, o que nos deixa ainda mais com a certeza de estarmos ouvindo um trabalho de sua banda.
Os destaques vão para as músicas Easy Living do Uriah Heep, que na minha sincera opinião trata-se de um dos melhores covers feitos até hoje, onde a voz afinada de DC Cooper se encaixa perfeitamente ao coro melódico dessa canção.
The Angel Comes mostra um ótimo trabalho das guitarras de Alfred Koffler e Tory Ostby além de um refrão maravilhoso.
Until the End é uma linda balada com um grande clima romântico.
Whitin Yourself é uma pancada sonora, e, se tocada pelas guitarras de Glenn Tipton e K.K. Downing se encaixaria perfeitamente em um CD do Judas Priest se DC tivesse sido aproveitado no teste para o lugar de Rob Halford.
Freedom emociona, e com certeza é o ponto alto deste trabalho, nela DC Cooper mostra o quanto é competente com sua bela voz melódica, alcançando altas notas, maravilhosa !! vale o CD !!! a performance da banda também é matadora.
Take Me In é o mesmo caso de Whitin Yourself, mostrando que DC Cooper também sabe mesclar o melódico ao Heavy Metal, e que os fãs poderiam comprovar alguns anos depois na banda Silent Force.
The Union mescla um pouco de cada momento ouvido no decorrer do CD, com direito a um belo coro feminino e a participação de David Readman, vocalista do PC 69.
Uma ótima faixa, que fecha o CD com um tom de despedida, um final emocionante!!!
Esta música também foi a última a ser apresentada por DC quando de sua apresentação em São Paulo no End of Century Metal em 27/11/99, ao vivo, foi mais emocionante ainda!!!!
Para finalizar, ouvindo este cd podemos considerá-lo da seguinte maneira:
Um clássico do estilo.
Uma aula dada por músicos de extrema competência.
Uma obra de arte na carreira desse grande vocalista que é DC Cooper.
Nota 10
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
Por que João Gordo não é mais amigo de Max Cavalera, segundo vocalista do Ratos de Porão
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
A música do Pearl Jam que Eddie Vedder escreveu após perder Johnny Ramone
Para Sebastian Bach, Pantera soava como uma mistura de ZZ Top com Slayer
Rush faz homenagem a Rocky Balboa em cartaz de shows na Filadélfia
Agora é oficial: Ozzfest volta a acontecer em 2027
Por que Roger Waters cortou Paul McCartney em "Dark Side of the Moon"?
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
O megahit do hard rock que Regis Tadeu odeia apesar de adorar tocar na bateria
Steve Vai considera Brian May um gênio que está em um patamar superior
O disco "perfeito" que é o melhor do Morbid Angel, segundo a Metal Hammer
A música do Rush que Geddy Lee disse ter sido a gravação mais difícil da carreira
A música do Pink Floyd que o vocalista do Creed ouviu todos os dias por um ano



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco


