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Samael Hypocrisy
Stamp

Resenha - Eternity - Anathema

Por Sílvio Costa
Postado em 15 de novembro de 2003

Este disco marca o fim da metamorfose que o Anathema sofreu com a saída do antigo vocalista Darren White, transformando o antigo estilo da banda (um doom metal mais tradicional, típico das bandas inglesas do estilo no início da década de 1990) em algo mais ou menos próximo do rock progressivo ou do que viria a caracterizar o gothic metal, surgido mais ou menos dois anos depois, tendo como expoentes bandas como Tristania e Lacuna Coil. É um divisor de águas que estabelece uma espécie de padrão para as bandas que se aventurariam pelo estilo nos anos seguintes.

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Os vocais de Vincent Cavanagh soam tristes, sem parecerem auto-indulgentes (coisa tão comum nas bandas de doom/gothic metal de hoje). Isto significa que a melancolia dos arranjos e a beleza quase etérea das canções fluem naturalmente, sem que nada pareça forçado ou estudado. As linhas melódicas, estruturadas nas guitarras de Daniel Cavanagh e nas intervenções brilhantes dos teclados e sintetizadores, soam fluidas e naturais, como em "Angelica" ou "Far Away", para citar apenas dois exemplos.

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Uma das surpresas do disco é "Hope", um cover "espiritual" do Pink Floyd, que, a partir deste álbum, passa a ser reconhecido como uma das maiores influências dos mestres do doom metal britânico.

Para finalizar, não há como esquecer a magnífica capa, onde um anjo de mármore reluz entre as estrelas. Como se não bastasse a sonoridade de veludo que a banda atingiu neste disco, ela ainda nos presenteia com este pequeno pedaço de beleza gráfica.

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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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