Resenha - Will To Kill - Malevolent Creation

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Por Thiago Sarkis
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Nota: 8


Uma banda com quinze anos de história, fiel ao seu estilo, e trazendo ainda inovações dentro deste, merece, no mínimo, respeito. O Malevolent Creation vai além. Com "The Will To Kill" eles provam uma vez mais que as saudações e elogios que recebem não vêm à-toa. Estamos fronte um dos maiores ícones do death metal, daqueles que você deveria realmente temer.

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Poderá haver alguma resistência em relação a este álbum. Afinal de contas, o insubstituível Brett Hoffman não está mais com eles. Contudo, pense apenas que Kyle Symons (Hateplow) passa de um mero substituto de seu predecessor. Ele é o novo vocalista do conjunto, e este raciocínio, o qual parece estúpido, faz toda a diferença quanto a derrubar uma provável barreira que alguns fãs deverão ter mesmo antes de ouvir o disco.

A faixa-título, juntamente a "Lifeblood", "Rebirth Of Terror" e "Superior Firepower", nos apresentam o mesmo brutal e violento Malevolent Creation, todavia com um lado thrash intensificado e bem clarividente. E isso não é só por causa dos vocais. Essas músicas soam como o Kreator em seus melhores e mais eficientes ataques. Em outras palavras, o thrash conjugado com o puro e furioso death feito por estes malévolos "matadores" num som mais pesado e forte para nossas orelhas agredidas, entretanto, bastante satisfeitas.

No restante do álbum, você ouve o que já poderia esperar de Phil Fasciana & Cia. em seus melhores dias, tendo um impressionante Symons nas vocalizações. Certamente, este é um dos grandes lançamentos já realizados pelo Malevolent Creation, e sem dúvida alguma, o melhor desde "Eternal" (1995)

Site Oficial - http://www.malevolentcreation.cjb.net

Formação:
Kyle Symons (Vocais)
Phil Fasciana (Guitarra)
Rob Barrett (Guitarra)
Gordon Sims (Baixo)
Ariel Alvarado (Bateria)

Lançado pela Arctic Music - 2002




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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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