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Resenha - Tingaralatingadum - Tuatha de Danann

Por Sílvio Costa
Em 18/09/02

Imagine uma mistura de Jethro Tull, nos bons tempos do Aqualung, com o Moonspell do Irreligious. Acrescente letras que falam de fadas, duendes e criaturas desse gênero, típicas da fase mais interessante do Uriah Heep. Agora imagine tudo isso feito com extrema perfeição e, o que é melhor, por uma banda brasileira.

Esse é o Tuatha de Danann, que lança o seu primeiro disco "de verdade", já que o auto-intitulado Cd que saiu no ano 2000 era composto por apenas 4 faixas inéditas e a demo-tape "Faeryage". Tudo é perfeito: os vocais limpos de Bruno Maia, os vocais urrados do baixista Giovani e do guitarrista Berne. As flautas e os violinos. Tudo contribui para uma atmosfera original e, acredite, viciante. Impossível destacar alguma faixa, mas Tan Pinga Ra Tan (que título!) e Vercingetorix conquistam de imediato. Há quem prefira ainda The Dance of Little Ones ou a fantástica faixa instrumental Celtia.

Um disco que dá para ouvir do começo ao fim sem cansar e sem parar de babar diante da qualidade técnica e, principalmente, da criatividade dos envolvidos.

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Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.

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