Resenha - Lilith - Contrappunto
Por Thiago Sarkis
Postado em 02 de maio de 2002
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Nós brasileiros vivemos reclamando que bandas nativas precisam sair do nosso país, assinar contrato com gravadoras de fora, e depois, provavelmente, obter alguma resposta por aqui. Porém, nunca paramos e valorizamos, por exemplo, uma empresa que trabalha em nosso território, como a Progressive Rock Worldwide, e descobre talentos tanto nacionais quanto internacionais. Pois é hora de fazer isso, já que graças ao investimento e coragem da PRW, temos no Brasil acesso a algo, ao qual poucas localidades do globo têm, em resumo, os lançamentos do espetacular grupo italiano Contrappunto.

Aqueles que gostaram de "Subsidea", debute de Andrea Cavallo e seus súditos, podem ter uma pequena decepção na primeira audição de "Lilith", visto que os ouvidos precisarão se adaptar a este segundo disco.
O conjunto não mudou seu estilo, nem diminuiu a complexidade e grandiosidade nas estruturas sensacionais e inesperadas de suas composições. Porém, houve uma nítida desaceleração nas músicas.
Em relação às faixas que constaram no álbum anterior, talvez as oito aqui presentes sejam até mais variadas, trabalhadas e difíceis de se executar. Todavia, é um rock progressivo em formato amansado no quesito peso, intensidade, e isso pode vir a chocar alguns ouvintes.
As guitarras, ainda bastante eficientes, cederam um pouco de seu espaço a seções semi-acústicas e focalização ainda maior nos teclados do líder Andrea Cavallo. Bateria e baixo, de certo que por conseqüência, entraram numa perspectiva de acompanhamento simples, criação e manutenção de temas, base estrutural. Nada de negativo, pelo contrário, mas o resultado disso é a perda daquele relativo peso do primeiro trabalho e o surgimento de alguns momentos bem sossegados, quase new age.
As referências feitas durante toda essa crítica, de maneira alguma buscaram depreciar este excelente álbum, que contém magnificências como "Far From Here", "Moon", "Fantasia Pour Le Piano" e "Dive In Yourself". Elas serviram apenas como aviso, pois quem o faz amigo é, e espero que os leitores estejam agora especialmente hábeis a encurtar seus períodos de adaptação e alargar o tempo para o deleite de atuações fantásticas como a da vocalista Adelaide Loru.
Site Oficial – http://www.geocities.com/SunsetStrip/2227/
Adelaide Loru (Vocais)
Sebastiano Di Paola (Guitarras & Violão)
Andrea Cavallo (Piano, Teclado & Sintetizadores)
Guido Fiori (Baixo)
Denis Militello (Bateria)
Material cedido por:
Megahard Records / Progressive Rock Worldwide – http://www.progressive.com.br
Caixa Postal: 41.698 / São Paulo / 05422-970 / Brasil
Tel: (0xx11) 3224-0709
Fax: (0xx11) 3224-8297
Email: [email protected]
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



"Você também é guitarrista?": Quando a Rainha da Inglaterra conheceu lendas do instrumento
O disco mais extremo da carreira de Rick Rubin; "Todo mundo tinha medo"
A melhor música de "Brave New World", do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Nem Robert Plant se atreve: a música que ele diz não conseguir cantar de jeito nenhum
O melhor disco de death metal de cada ano, de 1985 até 2025, segundo o Loudwire
O melhor baixista da história do heavy metal, segundo o Loudwire
Regis Tadeu aponta a banda nacional onde os projetos solo superam a discografia "oficial"
Quem é maior no Brasil: Kiss ou AC/DC? Regis Tadeu responde e explica por quê
O melhor disco de heavy metal lançado em 1988, de acordo com o Loudwire
Regis Tadeu não foi ao AC/DC e não se arrepende nem um pouco, saiba o motivo
Tom Morello largou mão do Yngwie Malmsteen para o Rage Against The Machine existir
Pink Floyd é homenageado em nova espécie de peixe raro descoberta por pesquisadores brasileiros
O melhor disco de heavy metal de cada ano da década de 1970, segundo o Loudwire
A música que Brian Johnson chamou de uma das melhores do rock: "Tão bonita e honesta"
A melhor música do primeiro disco do Iron Maiden, segundo o Loudwire
Por que Luis Mariutti e Ricardo Confessori saíram do filme do Andre Matos?
O maior guitarrista da história na opinião do mestre Neil Young
O músico que melhorou uma canção de Bob Dylan, a ponto dele se render; "Ele me superou"


Virgo um dos álbuns mais importantes da carreira de Andre Matos
Em "Attitude Adjustment", Buzzcocks segue firme como referência de punk rock com melodia
"Ritual" e o espetáculo sensorial que marcou a história do metal nacional
Iron Maiden: uma análise sincera de "Senjutsu"



