Resenha - Suicide By My Side - Sinergy

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Por Rafael Carnovale
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Nota: 8


Kimberly Goss está de volta. The bitch is back!!!! Após quase dois anos do último álbum, e com mudanças na formação, o Sinergy retorna a cena com o novo Suicide By My Side. Já de cara um destaque, a capa e o encarte, muito bem feitos e com fotos bem ao clima do álbum. O estilo em pouco difere do anterior, To Hell And Back. Alex Laiho continua compondo grandes melodias bem heavy tradicional, próximo ao que faz em sua outra banda, o Children of Bodom. Goss por sua vez alterna vocais gritados com seu estilo mais "manso", que caracterizou o primeiro álbum. Um bom álbum de heavy metal influenciado por Helloween e Judas Priest, principalmente na primeira faixa, Spit on Your Grave, que lembra muito o Helloween da época dos Keepers, com Goss detonando nos vocais gritados. Já a 2a faixa, The Sin Trade, tem uma levada Judas Priest, principalmente nas guitarras. Outras influências de Judas podem ser notadas na 6a faixa, Nowhere for No One. O grande momento do álbum sem dúvida é a faixa Shadow Island, aonde Goss, Laiho e o baixista Marco Heitala alternam vocais, numa faixa épica, como o bom heavy metal das antigas, vide Ride of Ancient Mariner do Maiden ( sem comparações ) , com destaque para o vocal super agressivo de Laiho. Um bom álbum, que, se não se iguala aos anteriores, vem a somar mais um grande passo para o Sinergy.

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Line Up:
Kimberly Goss - Vocais
Alex Laiho - Guitarras
Roope Laitvala - Guitarras
Marco Heitala - Baixo
Tommy Lillmann ( abandonou a banda após as gravações ) - bateria.


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Sobre Rafael Carnovale

Nascido em 1974, atualmente funcionário público do estado do Rio de Janeiro, fã de punk rock, heavy metal, hard-core e da boa música. Curte tantas bandas e estilos que ainda não consegue fazer um TOP10 que dure mais de 10 minutos. Na Whiplash desde 2001, segue escrevendo alguns desatinos que alguns lêem, outros não... mas fazer o que?

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