RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

A única música do Motörhead que Lemmy Kilmister achava ruim

Dirk Verbeuren, do Megadeth, diz que Dave Mustaine "praticamente inventou" o thrash metal

Andi Deris entende ser o momento certo para o Helloween lançar um novo "Keepers"

Após uma década, baterista Sasha Horn deixa o Exhorder

Gary Holt explica por que o thrash metal está mais forte do que nunca

Mike Portnoy diz que clássico do Dream Theater não o emocionaria se fosse de outra banda

Regis Tadeu detona álbum clássico do Kiss: "Soa como se gravado debaixo de um edredom"

Mike Portnoy explica por que nunca se ofereceu para substituir Neil Peart no Rush

A canção do Doors que nasceu no fim de uma relação, virou pesadelo no palco e foi pra guerra

Richie Faulkner não imagina o Judas Priest se aposentando tão cedo

Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos para homenagem a Renato Russo no Rock in Rio

O que Rock in Rio sinaliza com os artistas escolhidos para dias do rock e metal de 2026?

Sepultura só tocará músicas da fase Derrick Green no Rock in Rio

Sepultura encerrará sua longa relação com o Rock in Rio neste ano

Exodus lança "Promise You This", faixa de seu próximo disco


Bangers Open Air
Dish Carpens

Resenha - Invisible Circles - After Forever

Por
Postado em 23 de agosto de 2004

Nota: 10 starstarstarstarstarstarstarstarstarstar

Pessoalmente, sempre gostei muito do som do After Forever. A pegada deles sempre foi mais voltada para as vertentes mais tradicionais do heavy metal, e, apesar de sempre terem contado com uma mini-orquestra, corais e coisas assim, nunca desviaram o seu som de algo muito próximo daquilo que faziam no início da carreira, quando eram comuns os covers de bandas de NWOBHM, que, notadamente, são grandes influências deste grupo holandês.

After Forever - Mais Novidades

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 1

Floor Jansen, embora apresente ainda mais punch metálico nesse CD, possui momentos de rara beleza, como na incrível maratona vocal que é "Sins of Idealism" ou quando dialoga com Sander Gommans na genial "Between Love and Fire" (dê uma boa sacada na letra dessa música. Vale a pena). Aliás, as passagens cantadas pelo também guitarrista do grupo aumentaram significativamente, mostrando que o After Forever optou por seguir um caminho diferente da maioria das bandas de gothic metal e, em vez de suavizar o seu som, tornou-o ainda mais pesado, sem abrir mão do bom gosto e da melodia (ouça "Eccentric" e os belíssimos corais de "Victim of Choices") que sempre caracterizaram o trabalho da banda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 2

Diferentemente da maioria das cantoras que surgiram no meio metálico nos últimos tempos, Floor Jansen não se esquece que, antes de qualquer coisa, ela está cantando heavy metal. Isso é importante para não tornar chatos e derivativos os momentos mais melodiosos do disco, como é o caso das lindas "Digital Deceit" e ""Reflections" . Com o auxílio dos jovens e talentosos músicos da banda, ela consegue transmitir as mais variadas emoções sem jamais soar auto-indulgente ou melancólica em excesso. Embora todos os músicos estejam em excelente forma (destaque especial para o baixista Luuk van Gerven e para o baterista André Borgman) é principalmente por causa de Floor Jansen que este pode ser facilmente considerado o melhor disco da meteórica e brilhante carreira do After Forever.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 3

De longe, esse é um dos melhores discos do estilo e vai demorar muito para alguém conseguir superar o grupo em termos de qualidade instrumental, criatividade, cuidado com todos os itens extramusicais que envolvem o disco e, principalmente, intensidade. Quem é fã do estilo, vai encontrar todos os elementos característicos apresentados de modo inovador. Quem ainda não se rendeu à sonoridade do After Forever, pode ouvir sem temores. É quase impossível não gostar de primeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - TAB 4

Outras resenhas de Invisible Circles - After Forever

Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Stamp


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Sílvio Costa

Formado em Direito e tentando novos caminhos agora no curso de História, Sílvio Costa é fanzineiro desde 1994. Começou a colaborar com o Whiplash postando reviews como usuário, mas com o tempo foi tomando gosto por escrever e espera um dia aprender como se faz isso. Já colaborou com algumas revistas e sites especializados em rock e heavy metal, mas tem o Whiplash no coração (sem demagogia, mas quem sabe assim o JPA me manda mais promos...). Amante de heavy metal há 15 anos, gosta de ser qualificado como eclético, mesmo que isto signifique ter que ouvir um pouco de Poison para diminuir o zumbido no ouvido depois de altas doses de metal extremo.
Mais matérias de Sílvio Costa.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS