Resenha - Invisible Circles - After Forever
Por Fernando De Santis
Postado em 01 de outubro de 2004
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A expectativa por esse terceiro álbum da banda After Forever era muito grande, e ao colocar "Invisible Circles" para rodar, percebe-se que a espera era proporcional à qualidade do álbum. A banda não fugiu do estilo que os consagrou, fazendo um Gothic Metal de muito bom gosto, com peso e com uma temática interessante: o álbum – conceitual - conta a história de um casal que tem uma filha de 14 anos indesejada, que detesta os pais, e vai presenciando diálogos e discussões entre os dois. No encarte do disco, é possível ler os trechos do diário da adolescente, aonde ela vai contando fatos que ilustram as composições.
After Forever - Mais Novidades

"Childhood in Minor" é a introdução de pouco mais de um minuto. Uma melodia do tipo "caixinha de música" vai tocando, enquanto ao fundo escuta-se vozes e gritos de crianças brincando. "Beautyfull Emptiness" já é emendada à introdução com um riff muito pesado, acompanhado de um coro de vozes. Impossível falar de um disco do After Forever sem elogiar a voz fantástica de Floor Jansen, por pelo menos uma vez. O vocal da moça apesar de soprano carrega cacoetes "metálicos", demonstrando uma grande versatilidade. Durante o álbum inteiro ocorrem os diálogos entre Floor e o guitarrista Sander Gommans, que faz a voz gutural. "Between Love and Fire" é a faixa mais interessante do álbum. Os riffs são muito bem feitos, os diálogos são envolventes e a ponte e o refrão são extremamente bem feitos, daqueles marcantes mesmo, que ficam na cabeça por um bom tempo.
Por se tratar de um disco conceitual, o ouvinte mais distraído pode não perceber a mudanças das faixas, pois são praticamente emendadas uma nas outras, as composições são homogêneas, carregando em comum o peso. Aliás, peso e agressividade são evidentes neste álbum, diferentemente dos discos anteriores que não tinham esse "teor" em 100% do tempo. A única quebra de clima fica por conta da balada "Eccentric", que conta apenas com o vocal impecável de Floor e um piano. Os trabalhos da orquestra de cordas e dos coros vocais estão perfeitos, não é nada exagerado. Impecável também estão os músicos que compõe a cozinha da banda, Luuk Van Gerven (baixo) e Andre Borgman (bateria), numa sincronia perfeita, com destaque para o ótimo trabalho de Andre na pesadíssima "Blind Pain".
"Invisible Circles" é um disco para ser ouvido e apreciado, que já nasceu com cara de "álbum referência" nesse estilo. Vale a pena correr atrás desse novo trabalho do After Forever e conferir o que Floor Jansen e cia. têm para oferecer. Duvido que não agrade!
Gravadora: Hellion Records
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção de uma banda clássica de rock que Brian May considera um exemplo perfeito de pop
Gravação de ensaio do Guns N' Roses em 1986 vaza online
O álbum em que o Black Sabbath se encontrou, de acordo com Bill Ward
4 músicas de heavy metal que têm exatamente 4min44 de duração
4 bandas clássicas da Irlanda que todo fã de rock precisa conhecer
5 músicas que nenhum metaleiro consegue ouvir sem fazer air drums
Rick Beato e o motivo de Paul McCartney nunca ter ido ao seu canal
A única banda de metal que Paulo Ricardo realmente curte: "Muito bons músicos"
Guitarrista garante que o R.E.M. não fará turnê de reunião; "Não preciso de dinheiro"
70000 Tons of Metal anuncia primeiras atrações para viagem de 2027
Edu Falaschi apresenta "Mi'raj & The Legacy Tour" em São Paulo no Tokio Marine Hall
Os 18 álbuns de rock e metal mais aguardados até o fim de 2026, segundo a Loudwire
Resenha - Ten Years After - Marenna
A banda que influenciou Sex Pistols e Mötley Crüe ao mesmo tempo e marcou o fim dos anos 60
Com 174 shows, Wacken Open Air 2026 vende todos os ingressos
O mega ator com dois Oscar que Dave Grohl acha péssimo: "Monótono e sem emoção"
James Hetfield, do Metallica, admite que não aguenta o pretensioso Jon Bon Jovi
Tony Iommi: surpreendendo ao eleger seu "Deus do Rock"





