Resenha - Seventh Key - Seventh Key

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Por Ana Therezo
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Nota: 8


A banda Seventh Key e seu álbum homônimo são os novos projetos de Billy Greer (baixista do Kansas). O álbum é uma reunião de renomados artistas do gênero, incluindo: Steve Morse (ex-Purple) e Igor Len (Neal Schon); além de Phil Ehart, Rich Willians e Steve Walsh do Kansas. Sem contar a produção de Mike Slamer do Steelhouse Lane.

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Nitidamente esse trabalho pode ser caracterizado como uma mixórdia dos trabalhos do Kansas, Streets e Steelhouse Lane dos anos 80, pelos numerosos aumentos graduais da intensidade dos sons e com as mudanças em tempo e andamento das composições. Porém, o destaque fica para as guitarras poderosíssimas em: "Everytime it Rains" e "No Man's Land" (Steve Morse/Rich Willians).

A apurada técnica dos guitarristas porém, não desmerece em nada Greer e sua excelente voz, por vezes ocultada no Kansas. Aliás, o ouvinte percebe isso logo na primeira faixa: "The Kid Could Play", onde a banda envereda pelo pop progressivo dos anos 70, bem arranjado e impregnado de teclados. Na sequência, "Only the brave" em sua introdução relativamente bombástica, impele velocidade e peso ao álbum.

Usando e abusando de baladas melódicas, seguem "Broken Home" - bela composição de Mark Spiro (Mr.Big, Heart, Cheap Trick, Julian Lennon, entre outros); "Missy" (por David Manion) e "When love is Dying". "Home" decepciona, mas a velhinha "Forsaken", seus 15 anos de existência e auxilio de letra e teclados de Steve Walsh, ofusca essa pequena "escorregada" da banda. Em momento de nostalgia, a introdução de "Prisioner of love" lembra, ou melhor, é exatamente uma combinação de harmônicos artificiais a 'la' Eddie Van Halen. Ou seja, o álbum tem ótimos motivos para entrar no "Top 10" dos admiradores do gênero. Vale a pena conferir!




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Sobre Ana Therezo

Engenheira, Escritora de Araque e, atualmente, moradora das planícies gélidas Canadenses. Fã de Rock em todas as suas vertentes, mas com tendências xiitas ao Heavy Metal, ganhou seu primeiro bolachão - No Rest for the Wicked, em 1988. Vinte e poucos anos depois e, contrariando aqueles que acreditam que o gosto musical muda com o passar do tempo, continua escutando Ozzy, AC/DC, Deep Purple e afins. Colaboradora e leitora do Whiplash! desde que o site tinha caveirinhas na página principal, e que a lista dos melhores guitarristas de todos os tempos era o assunto da vez.

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