Resenha - Acoustically Challenged - Pendragon
Por Guilherme Vignini
Postado em 10 de janeiro de 2003
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
É fascinante como algumas bandas de Rock Progressivo conseguem se manter ativas por décadas, fazendo um trabalho excelente e lançando ótimos discos, e mesmo assim caminhar á margem da mídia. O Pendragon é um exemplo disso.

Os primeiros passos da banda foram dados por volta de 1976, algum tempo depois estavam tocando com gente como o U2 ou Marillion, lançaram ótimos álbuns como "The Jewel", o clássico "The Masquerade Overture" e o último de estúdio "Not of this World", e mesmo assim estão restritos ao público de rock Progressivo, apesar de fazerem uma música bastante acessível.
Esse novo cd ao vivo é uma experiência deles pelo campo acústico. Receberam um convite da Polskie Radio 3 da Polônia, para gravar um cd no formato acústico, e como a banda já tinha algum material nesse formato, mas nunca haviam feito um show exclusivamente acústico, resolveram encarar o desafio. Subiram no palco Nick Barret e Pete Gee nos violões e Clive Nolan nos teclados, sem bateria ou percussão e desfilaram várias músicas do seu repertório de mais de 20 anos.
O álbum tem momentos sublimes, como a versão de "A Man of Nomadic Traits" do álbum "Not of this World". "Alaska", "World’s End" e "Unspoken Words" são outros bons momentos. Algumas músicas estão bastante diferentes da versão original, já que o Pendragon é uma banda que explorou bastante a diversidade de timbres e texturas musicais. Com o formato acústico há uma perda considerável nesse aspecto, mas a banda consegue se adaptar com facilidade ao estilo.
Destaque também para a bonita capa e a faixa multimídia com entrevista, notas e fotos da turnê. Finalizando, o cd é bastante agradável, recomendado para quem gosta de cd’s acústicos, e fãs da banda não irão se decepcionar.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
O vocalista que tatuou a banda no braço e foi demitido em seguida
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
Para Geezer Butler, capa de disco do Black Sabbath é "a pior de todos os tempos"
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Para Matt Sorum, Velvet Revolver poderia ter sido tão grande quanto o Guns N' Roses
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
A música do Megadeth que James Hetfield curte, segundo Dave Mustaine
Os títulos de músicas do Metallica que aparecem em "The Last Note", do Megadeth
A banda que dá "aula magna" de como se envelhece bem, segundo Regis Tadeu
Dave Mustaine aponta o que poderia resolver sua relação com o Metallica
A sincera opinião de Jéssica Falchi sobre o Iron Maiden sem Nicko McBrain
O clipe do Linkin Park que não envelheceu bem, na opinião de Mike Shinoda
O dia que músico expulso dos Beatles desabafou com João Barone: "Ele ficou triste"
O megahit do Iron Maiden que não representa o som da banda, segundo Steve Harris


Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Anguish Project mergulha no abismo do inconsciente com o técnico e visceral "Mischance Control"
Motorjesus pisa fundo no acelerador, engata a quinta e atropela tudo em "Streets Of Fire"
Metallica: em 1998, livrando a cara com um disco de covers
Whitesnake: Em 1989, o sobrenatural álbum com Steve Vai



