Resenha - Kopecky - Kopecky
Por Thiago Sarkis
Postado em 06 de janeiro de 2000
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Site Oficial - http://www.kopecky.8m.com
Joe Kopecky (Guitarra, Tamborim & Voz)
Paul Kopecky (Percussão acústica e elétrica)
William Kopecky (Baixo, Sitar & Teclados).
O rock progressivo apresentado pelo Kopecky neste debute não é nada fácil de ouvir. A banda é muito criativa e tem um estilo único, que dificulta algum tipo de descrição mais exata, completa.
O que mais se vê no álbum são algumas frases, idéias de música indiana, árabe, 'oriental' em geral. William Kopecky é o maior responsável por isso, tocando sitar, um instrumento de aparência semelhante a do alaúde, mas de sonoridade totalmente diferente. Soa como os estilos de música já citados acima. William ainda toca baixo e teclado. Cria melodias inesquecíveis no baixo e deixa um clima de new age/atmosférico com os teclados.
Tudo citado acima se 'mistura' com os ótimos trabalhos de Joe Kopecky na guitarra e Paul Kopecky na percussão.
O álbum, auto intitulado, conta com 9 faixas e apenas uma dessas com 'vocal'. Em todas as outras, os irmãos dão um show em seus respectivos instrumentos, impressionando com melodias marcantes e variações intensas em algumas músicas, como "Sky-Blue Hair", que é o grande destaque do CD e serve como um belo exemplo do que esses irmãos são capazes de fazer. Riffs pesados, variações nos tempos, harmonias bem compostas no teclado e melodias 'malucas' criadas por William com baixo e sitar. Em alguns momentos, "Sky-Blue Hair" lembra o sensacional Spastic Ink, pela complexidade e até pelo timbre da guitarra de Joe Kopecky. É, sem dúvida alguma, uma música que chama a atenção.
Você pode enlouquecer com as coisas que esses irmãos criam ou até mesmo relaxar em músicas como "Sukha" e "Al Aaraaf". Pessoas que se ligam em complexidade, gostam de coisas experimentais e procuram por bandas criativas, que tenham uma sonoridade única e diferente do que se tem escutado ultimamente no rock, devem adquirir esse CD o mais rápido possível.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Agora é oficial: Ozzfest volta a acontecer em 2027
Os 5 álbuns obrigatórios para se ter uma boa base na música, segundo Regis Tadeu
Por que João Gordo não é mais amigo de Max Cavalera, segundo vocalista do Ratos de Porão
Por que Roger Waters cortou Paul McCartney em "Dark Side of the Moon"?
As três músicas do AC/DC escolhidas por Brian Johnson entre as suas favoritas
Padre ouve Metallica pela primeira vez e diz que usaria música pra preparar homilias
O clássico dos Beatles que John Lennon disse que deveria ter sido dos Wings
Guitarrista do Rush, Alex Lifeson conta por que parou de fumar maconha aos 72 anos
Faith No More iguala marca de Paul McCartney, Rolling Stones e Foo Fighters
Sid Wilson faz primeira manifestação sobre saída do Slipknot
Troy Sanders comenta participação de Geezer Butler no novo álbum do Mastodon
Os 11 melhores álbuns do glam rock setentista, segundo a Loudwire
Abbath encerra show após meia música em festival finlandês
O clássico do Queen em que Freddie Mercury alcançou a nota mais alta de sua carreira
A banda dos anos setenta que Neil Peart nunca se cansou de ouvir; "músicos muito competentes"
Guns N' Roses: a verdadeira história de "Rocket Queen"
O guitarrista que recusou tocar em um dos grandes álbuns do rock Brasil dos anos 80
Cinco álbuns dos anos 2000 que todo headbanger deveria ouvir ao menos uma vez



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco



